UGT Madeira lamenta intransigência do Governo Regional em relação ao aumento do salário mínimo

A Comissão Permanente de Concertação Social da RAM reuniu, ontem, para discutir a proposta de Retribuição Mínima Mensal Garantida (RMMG) a vigorar na Região para 2021, na qual a UGT Madeira propôs um aumento de 3%, face à proposta governamental de 2,5%. A união sindical lamenta que o Governo Regional se tenha mostrado “intransigente” em relação ao aumento gradual do montante percentual da Retribuição Mínima Mensal Garantida da Região Autónoma da Madeira, “de forma a promover uma política de compensação pela insularidade, tal como já acontece na Região Autónoma dos Açores”. “Mais uma vez lamentamos que o Governo Regional se tenha associado ao patronato e não promoveu qualquer diligência de negociação. De resto o tratamento que tem dado à Comissão permanente de Concertação Social, é prova da sua recusa em dignificar o papel da Concertação Social e dum verdadeiro diálogo social”, pode ler-se no comunicado enviado à redação. “Apelamos, que aquando esta proposta for discutida na Assembleia Legislativa Regional possa os deputados regionais melhorá-la e assim melhor atenderem às necessidades de tantos trabalhadores”, acrescenta o documento.

UGT Madeira lamenta intransigência do Governo Regional em relação ao aumento do salário mínimo
A Comissão Permanente de Concertação Social da RAM reuniu, ontem, para discutir a proposta de Retribuição Mínima Mensal Garantida (RMMG) a vigorar na Região para 2021, na qual a UGT Madeira propôs um aumento de 3%, face à proposta governamental de 2,5%. A união sindical lamenta que o Governo Regional se tenha mostrado “intransigente” em relação ao aumento gradual do montante percentual da Retribuição Mínima Mensal Garantida da Região Autónoma da Madeira, “de forma a promover uma política de compensação pela insularidade, tal como já acontece na Região Autónoma dos Açores”. “Mais uma vez lamentamos que o Governo Regional se tenha associado ao patronato e não promoveu qualquer diligência de negociação. De resto o tratamento que tem dado à Comissão permanente de Concertação Social, é prova da sua recusa em dignificar o papel da Concertação Social e dum verdadeiro diálogo social”, pode ler-se no comunicado enviado à redação. “Apelamos, que aquando esta proposta for discutida na Assembleia Legislativa Regional possa os deputados regionais melhorá-la e assim melhor atenderem às necessidades de tantos trabalhadores”, acrescenta o documento.