UE/Previsões: Bruxelas mais otimista vê desemprego português nos 6,8% este ano

A Comissão Europeia melhorou hoje, nas previsões económicas de primavera, a sua perspetiva quanto à taxa de desemprego em Portugal este ano, apontando agora para os 6,8%, quando em novembro do ano passado esperava 7,7%. As previsões da Comissão hoje divulgadas são as mais otimistas de todas as principais instituições, já que o Governo prevê uma taxa de desemprego de 7,3% este ano, o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco de Portugal (BdP) apontam aos 7,7%, o Conselho das Finanças Públicas (CFP) prevê 8,3% e a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) espera 9,5%. De acordo com as previsões de primavera hoje conhecidas, Bruxelas mostra-se ainda confiante quanto à evolução deste indicador para 2022, prevendo que a taxa de desemprego baixe para os 6,5% no próximo ano, duas décimas abaixo da previsão do Governo (6,7%). Quanto ao emprego, deverá crescer 1,0% em 2021 e 1,2% em 2022, depois de ter recuado 1,7% em 2020. No texto dedicado a Portugal, Bruxelas assinala que "o mercado de trabalho continua resiliente". "O desemprego permaneceu à volta dos 6,9% no primeiro trimestre de 2021, quando o novo confinamento teve um impacto bastante limitado no fluxo de novos registos de pessoas que procuram emprego", pode ler-se no texto. Para Bruxelas, à medida que a economia recupera, "tanto as taxas de emprego como de desemprego deverão recuar aos níveis pré-pandemia em 2022".

UE/Previsões: Bruxelas mais otimista vê desemprego português nos 6,8% este ano
A Comissão Europeia melhorou hoje, nas previsões económicas de primavera, a sua perspetiva quanto à taxa de desemprego em Portugal este ano, apontando agora para os 6,8%, quando em novembro do ano passado esperava 7,7%. As previsões da Comissão hoje divulgadas são as mais otimistas de todas as principais instituições, já que o Governo prevê uma taxa de desemprego de 7,3% este ano, o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco de Portugal (BdP) apontam aos 7,7%, o Conselho das Finanças Públicas (CFP) prevê 8,3% e a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) espera 9,5%. De acordo com as previsões de primavera hoje conhecidas, Bruxelas mostra-se ainda confiante quanto à evolução deste indicador para 2022, prevendo que a taxa de desemprego baixe para os 6,5% no próximo ano, duas décimas abaixo da previsão do Governo (6,7%). Quanto ao emprego, deverá crescer 1,0% em 2021 e 1,2% em 2022, depois de ter recuado 1,7% em 2020. No texto dedicado a Portugal, Bruxelas assinala que "o mercado de trabalho continua resiliente". "O desemprego permaneceu à volta dos 6,9% no primeiro trimestre de 2021, quando o novo confinamento teve um impacto bastante limitado no fluxo de novos registos de pessoas que procuram emprego", pode ler-se no texto. Para Bruxelas, à medida que a economia recupera, "tanto as taxas de emprego como de desemprego deverão recuar aos níveis pré-pandemia em 2022".