Trabalhadores afetados pelo coronavírus devem receber a 100%, defende PCP

O PCP realizou hoje uma conferência de imprensa para apresentar medidas que são necessárias para garantir os direitos remuneratórios dos trabalhadores no seguimento das medidas anunciadas para conter a doença infeciosa provocada pelo Covid-19, e que passam pelo pagamento a 100% aos trabalhadres afetados pelo coronavírus, direta ou indiretamente. Nesse âmbito, o deputado Ricardo Lume “considera grave que, a pretexto da pandemia Covid-19, sejam retirados direitos remuneratórios aos trabalhadores, que veem a sua atividade profissional condicionada pelas medidas implementadas pelo Governo Regional e pelo Governo da República para conter a doença infeciosa provocada pelo coronavírus.” “As medidas anunciadas não podem ser aproveitadas, no plano regional, para criar um clima fragilizador da situação social e económica dos trabalhadores”, disse ainda, considerando ser “inaceitável que os apoios aos empresários e às empresas para minimizar os efeitos pelos impactos decorrentes do Covid-19 sejam acompanhados de eventuais cortes nos direitos remuneratórios, nomeadamente nos casos de ‘lay-off’, na sequência dos últimos dados do Covid-19 no país e na Região, o corte de um terço dos salários corresponde a uma injustiça e a uma retirada de direitos aos trabalhadores”. De igual forma, o comunista frisou ser “inadmissível que, na sequência dos encerramentos das escolas, que o encarregado de educação que tenha de ficar com os filhos em casa receba apenas 66% do salário, exceto no período de férias escolares, que não tem direito a remuneração, ou seja, neste caso concreto a partir de 30 de março até 13 de abril o encarregado de educação que fique em casa com os filhos não tem direito a remuneração”. “Não é aceitável que, tendo em conta o encerramento dos centros de dia devido à contingência decorrente da prevenção da pandemia, não exista qualquer tipo de apoio aos trabalhadores que tenham de dar auxílio à pessoa idosa a seu cargo”, assinalou ainda, acrescentando que “não podemos aceitar que uma pessoa contaminada com o Covid-19 tenha um corte de 50% na sua remuneração por estar em situação de baixa”. É nesse sentido que Ricardo Lume anunciou que o PCP vai apresentar na Assembleia Legislativa da Madeira que “delibere advertir ao Governo Regional que desencadeie as necessárias medidas para que seja assegurado o pagamento do salário a 100% aos trabalhadores em isolamento devido aos impactos do Covid-19, em situação de doença, em acompanhamento a filhos e a outros familiares, e em situação de lay-off’”.

Trabalhadores afetados pelo coronavírus devem receber a 100%, defende PCP
O PCP realizou hoje uma conferência de imprensa para apresentar medidas que são necessárias para garantir os direitos remuneratórios dos trabalhadores no seguimento das medidas anunciadas para conter a doença infeciosa provocada pelo Covid-19, e que passam pelo pagamento a 100% aos trabalhadres afetados pelo coronavírus, direta ou indiretamente. Nesse âmbito, o deputado Ricardo Lume “considera grave que, a pretexto da pandemia Covid-19, sejam retirados direitos remuneratórios aos trabalhadores, que veem a sua atividade profissional condicionada pelas medidas implementadas pelo Governo Regional e pelo Governo da República para conter a doença infeciosa provocada pelo coronavírus.” “As medidas anunciadas não podem ser aproveitadas, no plano regional, para criar um clima fragilizador da situação social e económica dos trabalhadores”, disse ainda, considerando ser “inaceitável que os apoios aos empresários e às empresas para minimizar os efeitos pelos impactos decorrentes do Covid-19 sejam acompanhados de eventuais cortes nos direitos remuneratórios, nomeadamente nos casos de ‘lay-off’, na sequência dos últimos dados do Covid-19 no país e na Região, o corte de um terço dos salários corresponde a uma injustiça e a uma retirada de direitos aos trabalhadores”. De igual forma, o comunista frisou ser “inadmissível que, na sequência dos encerramentos das escolas, que o encarregado de educação que tenha de ficar com os filhos em casa receba apenas 66% do salário, exceto no período de férias escolares, que não tem direito a remuneração, ou seja, neste caso concreto a partir de 30 de março até 13 de abril o encarregado de educação que fique em casa com os filhos não tem direito a remuneração”. “Não é aceitável que, tendo em conta o encerramento dos centros de dia devido à contingência decorrente da prevenção da pandemia, não exista qualquer tipo de apoio aos trabalhadores que tenham de dar auxílio à pessoa idosa a seu cargo”, assinalou ainda, acrescentando que “não podemos aceitar que uma pessoa contaminada com o Covid-19 tenha um corte de 50% na sua remuneração por estar em situação de baixa”. É nesse sentido que Ricardo Lume anunciou que o PCP vai apresentar na Assembleia Legislativa da Madeira que “delibere advertir ao Governo Regional que desencadeie as necessárias medidas para que seja assegurado o pagamento do salário a 100% aos trabalhadores em isolamento devido aos impactos do Covid-19, em situação de doença, em acompanhamento a filhos e a outros familiares, e em situação de lay-off’”.