Sociedade Brasileira de Infectologia preocupada com palavras de Bolsonaro

Após o Presidente do Brasil ter pedido às autoridades estaduais e municipais que reabrissem escolas e comércio, apelando ao fim do "confinamento em massa", a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), emitiu uma nota de esclarecimento onde reage com “preocupação” ao pedido do Chefe de Estado Brasileiro e por se ter referido à “nova doença infecciosa como ‘uma gripezinha’.” Para a Sociedade, “tais mensagens podem dar a falsa impressão à população que as medidas de contenção social são inadequadas e que a COVID-19 é semelhante a uma gripe normal, esta sim uma doença com baixa letalidade”. A SBI utiliza os números mundiais para sustentar a gravidade da situação, “a pandemia é grave, pois até hoje já foram registados mais de 420 mil casos confirmados no mundo e quase 19 mil óbitos, sendo 46 no Brasil”. A Sociedade defende que há que restringir os contactos sociais, com o encerramento do comércio e da indústria não essencial. Medidas essas que “estão a ser tomadas em países europeus desenvolvidos e nos Estados Unidos da América”. Por fim, a SBI apela a “ficar em casa” pois “é a resposta mais adequada para a maioria das cidades brasileiras neste momento”.

Sociedade Brasileira de Infectologia preocupada com palavras de Bolsonaro
Após o Presidente do Brasil ter pedido às autoridades estaduais e municipais que reabrissem escolas e comércio, apelando ao fim do "confinamento em massa", a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), emitiu uma nota de esclarecimento onde reage com “preocupação” ao pedido do Chefe de Estado Brasileiro e por se ter referido à “nova doença infecciosa como ‘uma gripezinha’.” Para a Sociedade, “tais mensagens podem dar a falsa impressão à população que as medidas de contenção social são inadequadas e que a COVID-19 é semelhante a uma gripe normal, esta sim uma doença com baixa letalidade”. A SBI utiliza os números mundiais para sustentar a gravidade da situação, “a pandemia é grave, pois até hoje já foram registados mais de 420 mil casos confirmados no mundo e quase 19 mil óbitos, sendo 46 no Brasil”. A Sociedade defende que há que restringir os contactos sociais, com o encerramento do comércio e da indústria não essencial. Medidas essas que “estão a ser tomadas em países europeus desenvolvidos e nos Estados Unidos da América”. Por fim, a SBI apela a “ficar em casa” pois “é a resposta mais adequada para a maioria das cidades brasileiras neste momento”.