Sindicato dos Enfermeiros denuncia “pressões ilegítimas” em acesso à parentalidade

O Sindicato dos Enfermeiros denunciou hoje que há queixas, em todo o país, sobre “pressões ilegítimas” sobre estes profissionais para não apresentarem o formulário da Segurança Social para apoio a filhos menores de 12 anos e comparecerem ao trabalho. Na queixa enviada à Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego (CITE), o sindicato afirma que, numa fase de pandemia do covid-19, estas denúncias prendem-se com a exigência de apresentação ao trabalho “mesmo sem garantir a segurança e proteção dos filhos (cônjuges que pertencem a setores essenciais, familiares pertencentes a grupos de risco, creches que não recebem os menores, entre outras questões)”. “Existem algumas direções de recursos humanos que parecem querer substituir os conselhos de administração e nomeadamente os enfermeiros diretores e isso não podemos permitir”, lê-se na queixa, assinada pelo presidente do sindicato, José Correia Azevedo. A estrutura sindical acrescenta que “neste tempo difícil, este assédio moral sobre os trabalhadores enfermeiros, e não só, veio acrescentar ‘stress’ extra e aumentar a entropia num Serviço Nacional de Saúde (SNS) frágil e depauperado”. O sindicato acrescenta que já foi pedida na segunda-feira à Autoridade para as Condições no Trabalho (ACT) uma inspeção “a um centro hospitalar”, mas que “não querem sobrecarregar mais os poucos inspetores nesta fase difícil” da pandemia do copvid-19. “Agradecemos assim, que os vossos esclarecimentos ou notas informativas sejam enviada para todas as instituições do SNS, através do Ministério da Saúde ou com urgência”, pede o sindicato aos seus associados.

Sindicato dos Enfermeiros denuncia “pressões ilegítimas” em acesso à parentalidade
O Sindicato dos Enfermeiros denunciou hoje que há queixas, em todo o país, sobre “pressões ilegítimas” sobre estes profissionais para não apresentarem o formulário da Segurança Social para apoio a filhos menores de 12 anos e comparecerem ao trabalho. Na queixa enviada à Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego (CITE), o sindicato afirma que, numa fase de pandemia do covid-19, estas denúncias prendem-se com a exigência de apresentação ao trabalho “mesmo sem garantir a segurança e proteção dos filhos (cônjuges que pertencem a setores essenciais, familiares pertencentes a grupos de risco, creches que não recebem os menores, entre outras questões)”. “Existem algumas direções de recursos humanos que parecem querer substituir os conselhos de administração e nomeadamente os enfermeiros diretores e isso não podemos permitir”, lê-se na queixa, assinada pelo presidente do sindicato, José Correia Azevedo. A estrutura sindical acrescenta que “neste tempo difícil, este assédio moral sobre os trabalhadores enfermeiros, e não só, veio acrescentar ‘stress’ extra e aumentar a entropia num Serviço Nacional de Saúde (SNS) frágil e depauperado”. O sindicato acrescenta que já foi pedida na segunda-feira à Autoridade para as Condições no Trabalho (ACT) uma inspeção “a um centro hospitalar”, mas que “não querem sobrecarregar mais os poucos inspetores nesta fase difícil” da pandemia do copvid-19. “Agradecemos assim, que os vossos esclarecimentos ou notas informativas sejam enviada para todas as instituições do SNS, através do Ministério da Saúde ou com urgência”, pede o sindicato aos seus associados.