Secretário da Educação está no parlamento a defender adaptação de diplomas sobre inclusão e flexibilização curricular

O secretário regional da Educação, Ciência e Tecnologia está no parlamento regional a defender a proposta de decreto legislativo regional que adapta à Região Autónoma da Madeira os regimes constantes em dois diplomas nacionais, e que se reportam à inclusão e à flexibilização curricular. “Tanto a inclusão como a flexibilização curricular tinham na Região, à data da publicação dos referidos diplomas nacionais, um percurso consolidado, de que são principais exemplos o pioneirismo da educação especial, quer na vertente de criação de centros acolhedores de alunos com necessidades educativas especiais, quer na vertente da progressiva integração nos regimes comuns das escolas públicas, e, bem assim, no que respeita à flexibilização curricular, a inovação patente em medidas como a escola a tempo inteiro, a introdução do inglês e da informática no 1.º ciclo, o apoio com crédito horário a projetos extracurriculares multidisciplinares de clubes e núcleos escolares, a aposta no desporto escolar e no ensino artístico”, disse Jorge Carvalho. E, assim sendo, “havia uma realidade regional que importava conciliar com os regimes jurídicos nacionais, de modo articulado, capaz de respeitar a matriz desta experiência do sistema educativo madeirense ao mesmo tempo que integrava, como já se disse, os principais preceitos dos regimes nacionais em apreciação”, afirmou. “Foi, pois, com naturalidade que surgiu a necessidade de enquadrar e fundamentar algumas opções organizacionais educativas próprias da Região, que não tinham a necessária cobertura nos normativos nacionais, de modo a permitir o reforço das componentes regionais no currículo, de que é exemplo a área dos Cordofones”, acrescentou.

Secretário da Educação está no parlamento a defender adaptação de  diplomas sobre inclusão e flexibilização curricular
O secretário regional da Educação, Ciência e Tecnologia está no parlamento regional a defender a proposta de decreto legislativo regional que adapta à Região Autónoma da Madeira os regimes constantes em dois diplomas nacionais, e que se reportam à inclusão e à flexibilização curricular. “Tanto a inclusão como a flexibilização curricular tinham na Região, à data da publicação dos referidos diplomas nacionais, um percurso consolidado, de que são principais exemplos o pioneirismo da educação especial, quer na vertente de criação de centros acolhedores de alunos com necessidades educativas especiais, quer na vertente da progressiva integração nos regimes comuns das escolas públicas, e, bem assim, no que respeita à flexibilização curricular, a inovação patente em medidas como a escola a tempo inteiro, a introdução do inglês e da informática no 1.º ciclo, o apoio com crédito horário a projetos extracurriculares multidisciplinares de clubes e núcleos escolares, a aposta no desporto escolar e no ensino artístico”, disse Jorge Carvalho. E, assim sendo, “havia uma realidade regional que importava conciliar com os regimes jurídicos nacionais, de modo articulado, capaz de respeitar a matriz desta experiência do sistema educativo madeirense ao mesmo tempo que integrava, como já se disse, os principais preceitos dos regimes nacionais em apreciação”, afirmou. “Foi, pois, com naturalidade que surgiu a necessidade de enquadrar e fundamentar algumas opções organizacionais educativas próprias da Região, que não tinham a necessária cobertura nos normativos nacionais, de modo a permitir o reforço das componentes regionais no currículo, de que é exemplo a área dos Cordofones”, acrescentou.