PS-Madeira alerta para dificuldades acrescidas no Porto Santo

O deputado socialista Miguel Brito afirmou, numa nota enviada à redação, que nesta altura "em primeiro lugar, o mais importante é a salvaguarda dos habitantes do Porto Santo, através de um apoio concertado com as autoridades locais de Saúde que garantam o bem-estar de todos os residentes." Em segundo lugar, refere, "o Porto Santo não deverá ser esquecido ou deixado para o final da lista de aplicação das medidas anunciadas pelo Governo Regional." "A crise que se adivinha decerto afetará toda a Região Autónoma da Madeira, mas, por consequência da sua especificidade, o Porto Santo será o mais afetado, aprofundando ainda mais as desigualdades com que nos debatemos, e reduzindo substancialmente o nosso potencial económico. O número de trabalhadores por conta de outrem no Porto Santo representa quase 40% da população ativa, são cerca de 1190 trabalhadores, uma grande parte deles, trabalhadores precários que já sem a crise desta pandemia, tinham a sua vida dificultada na época baixa turística", acrescenta. Ao nível da ligação aérea entre ilhas, Miguel Brito refere que "o Porto Santo aguarda pelas devidas diligências do Governo Regional para resolver esta questão", tornando-se assim "premente a aplicação de medidas de apoio às empresas que visam mitigar o impacto negativo do Covid-19 no Porto Santo." Eis as medidas, que citamos na íntegra: " Assegurar que todas as medidas de apoio, anunciadas pelo Governo Regional, fiquem o mais rapidamente possível disponíveis para que as PME do Porto Santo consigam aceder com mais facilidade através da criação de um gabinete de apoio local aos apoios financeiros; A Garantia que todos os alunos do 1° ciclo com necessidades alimentares, especialmente os que possuam o 1° e 2° escalão de ação social, tenham acesso às refeições que tinham nas escolas em suas casas; A criação de apoios, a fundo perdido, para o setor primário, de modo a incentivar as pessoas que possam ficar desempregadas a ingressar nessa área; A criação de um grupo de trabalho que envolva todas as entidades governamentais no sentido de elaborar um plano de recuperação económico ajustado para o Porto Santo; Adotar medidas no âmbito da promoção turística regional que relevem o Porto Santo, de modo a que nossa ilha não seja prejudicada em relação ao todo regional."

PS-Madeira alerta para dificuldades acrescidas no Porto Santo
O deputado socialista Miguel Brito afirmou, numa nota enviada à redação, que nesta altura "em primeiro lugar, o mais importante é a salvaguarda dos habitantes do Porto Santo, através de um apoio concertado com as autoridades locais de Saúde que garantam o bem-estar de todos os residentes." Em segundo lugar, refere, "o Porto Santo não deverá ser esquecido ou deixado para o final da lista de aplicação das medidas anunciadas pelo Governo Regional." "A crise que se adivinha decerto afetará toda a Região Autónoma da Madeira, mas, por consequência da sua especificidade, o Porto Santo será o mais afetado, aprofundando ainda mais as desigualdades com que nos debatemos, e reduzindo substancialmente o nosso potencial económico. O número de trabalhadores por conta de outrem no Porto Santo representa quase 40% da população ativa, são cerca de 1190 trabalhadores, uma grande parte deles, trabalhadores precários que já sem a crise desta pandemia, tinham a sua vida dificultada na época baixa turística", acrescenta. Ao nível da ligação aérea entre ilhas, Miguel Brito refere que "o Porto Santo aguarda pelas devidas diligências do Governo Regional para resolver esta questão", tornando-se assim "premente a aplicação de medidas de apoio às empresas que visam mitigar o impacto negativo do Covid-19 no Porto Santo." Eis as medidas, que citamos na íntegra: " Assegurar que todas as medidas de apoio, anunciadas pelo Governo Regional, fiquem o mais rapidamente possível disponíveis para que as PME do Porto Santo consigam aceder com mais facilidade através da criação de um gabinete de apoio local aos apoios financeiros; A Garantia que todos os alunos do 1° ciclo com necessidades alimentares, especialmente os que possuam o 1° e 2° escalão de ação social, tenham acesso às refeições que tinham nas escolas em suas casas; A criação de apoios, a fundo perdido, para o setor primário, de modo a incentivar as pessoas que possam ficar desempregadas a ingressar nessa área; A criação de um grupo de trabalho que envolva todas as entidades governamentais no sentido de elaborar um plano de recuperação económico ajustado para o Porto Santo; Adotar medidas no âmbito da promoção turística regional que relevem o Porto Santo, de modo a que nossa ilha não seja prejudicada em relação ao todo regional."