Preparador físico do Marítimo: "Já era difícil motivar os jogadores" em casa

O preparador físico do Marítimo Ricardo Henriques disse hoje que os futebolistas estão felizes por regressar ao relvado e admite um “decréscimo” na condição física nesta paragem da I Liga, devido à pandemia de covid-19. “Sentimos os jogadores contentes por voltarem a treinar, porque é aquilo que, no fundo, nós gostamos, que é de estar no campo e não em casa. Já era difícil motivar os jogadores [em casa]. Eles querem é estar no campo, é nesse meio em que eles se sentem felizes, até para libertarem o ‘stress’ diário de estarem fechados em casa. Eles estão bem e felizes por voltar ao ‘habitat’ natural deles”, revelou. Ricardo Henriques falou à MarítimoTV após a sessão de trabalho de hoje do clube madeirense no segundo dia de regresso aos treinos, divididos entre o Estádio do Marítimo e o Campo da Imaculada Conceição, no complexo desportivo ‘verde rubro’, em Santo António. “Estes primeiros treinos consistem numa adaptação ao esforço físico, visto que os atletas tiveram uma paragem de sete semanas e também que o tipo de piso é diferente do que estavam habituados. Até mesmo os estímulos de treino, tentar uma nova readaptação para estarem preparados para o futuro”, abordou. Os treinos estão a ser realizados em grupos de quatro jogadores, com distanciamento entre eles, e nos exercícios em que os atletas usam as mãos, o material utilizado é imediatamente desinfetado. Mesmo com o trabalho realizado em casa, o elemento da equipa técnica liderada por José Gomes, que se encontra em quarentena, reconheceu uma diferença nos jogadores. “Nesta fase, é claro que há sempre um decréscimo na condição física dos atletas, embora, ao longo destas semanas, eles têm sido acompanhados pela equipa técnica diariamente. O esforço feito em casa é diferente do tipo de esforço que se faz num campo”, adiantou Ricardo Henriques. O Governo anunciou o regresso da I Liga, suspensa em 12 de março, a partir de 30 e 31 de maio, e da final da Taça de Portugal, disputada entre Benfica e FC Porto, embora falte a aprovação da Direção-Geral da Saúde (DGS).

Preparador físico do Marítimo: "Já era difícil motivar os jogadores" em casa
O preparador físico do Marítimo Ricardo Henriques disse hoje que os futebolistas estão felizes por regressar ao relvado e admite um “decréscimo” na condição física nesta paragem da I Liga, devido à pandemia de covid-19. “Sentimos os jogadores contentes por voltarem a treinar, porque é aquilo que, no fundo, nós gostamos, que é de estar no campo e não em casa. Já era difícil motivar os jogadores [em casa]. Eles querem é estar no campo, é nesse meio em que eles se sentem felizes, até para libertarem o ‘stress’ diário de estarem fechados em casa. Eles estão bem e felizes por voltar ao ‘habitat’ natural deles”, revelou. Ricardo Henriques falou à MarítimoTV após a sessão de trabalho de hoje do clube madeirense no segundo dia de regresso aos treinos, divididos entre o Estádio do Marítimo e o Campo da Imaculada Conceição, no complexo desportivo ‘verde rubro’, em Santo António. “Estes primeiros treinos consistem numa adaptação ao esforço físico, visto que os atletas tiveram uma paragem de sete semanas e também que o tipo de piso é diferente do que estavam habituados. Até mesmo os estímulos de treino, tentar uma nova readaptação para estarem preparados para o futuro”, abordou. Os treinos estão a ser realizados em grupos de quatro jogadores, com distanciamento entre eles, e nos exercícios em que os atletas usam as mãos, o material utilizado é imediatamente desinfetado. Mesmo com o trabalho realizado em casa, o elemento da equipa técnica liderada por José Gomes, que se encontra em quarentena, reconheceu uma diferença nos jogadores. “Nesta fase, é claro que há sempre um decréscimo na condição física dos atletas, embora, ao longo destas semanas, eles têm sido acompanhados pela equipa técnica diariamente. O esforço feito em casa é diferente do tipo de esforço que se faz num campo”, adiantou Ricardo Henriques. O Governo anunciou o regresso da I Liga, suspensa em 12 de março, a partir de 30 e 31 de maio, e da final da Taça de Portugal, disputada entre Benfica e FC Porto, embora falte a aprovação da Direção-Geral da Saúde (DGS).