Portugal em sétimo lugar nas empresas que melhor usavam verbas europeias

Três investigadores da Coimbra Business School concluíram que as empresas do Reino Unido se destacavam na implementação de apoios europeus em programas nacionais e regionais, quando Portugal se posicionava "a meio da tabela". Os investigadores Maria do Castelo Gouveia, Carla Henriques e Pedro Costa da Coimbra Business School, que fizeram uma análise comparativa entre programas de 16 países da União Europeia (UE), através da ferramenta DEA - Data Envelopment Analysis, concluíram que, na amostra estudada, apenas seis países "são eficientes" a executar os fundos estruturais em Pequenas e Médias Empresas (PME). Segundo a Coimbra Business School, "o Reino Unido - que no período investigado ainda integrava a União Europeia - lidera a lista deste estudo na implementação de apoios europeus em programas nacionais e regionais". "Com o Brexit, a UE deixou de ter como referência o Estado-membro que melhor fazia a gestão dos fundos", afirma Maria do Castelo Gouveia, matemática, uma das autoras do estudo. A fonte adianta que Áustria, Espanha, Finlândia e Estónia são os países que se seguem no ranking e que Portugal "fica a meio da tabela, em 7.º lugar". A Letónia, República Checa, Eslovénia, Itália e Polónia ocupam, por esta ordem descendente, as últimas posições. "Os países e regiões foram analisados segundo cinco indicadores: a percentagem de cofinanciamento da UE no financiamento total; o número de ‘startups' suportadas; o número de PME financiadas; o aumento direto do emprego nas empresas apoiadas e a relação entre gasto/custo elegível de cada projeto", esclarece a nota. O documento sublinha ainda que, "para serem mais eficientes, as empresas portuguesas teriam de gerar mais postos de trabalho".

Portugal em sétimo lugar nas empresas que melhor usavam verbas europeias
Três investigadores da Coimbra Business School concluíram que as empresas do Reino Unido se destacavam na implementação de apoios europeus em programas nacionais e regionais, quando Portugal se posicionava "a meio da tabela". Os investigadores Maria do Castelo Gouveia, Carla Henriques e Pedro Costa da Coimbra Business School, que fizeram uma análise comparativa entre programas de 16 países da União Europeia (UE), através da ferramenta DEA - Data Envelopment Analysis, concluíram que, na amostra estudada, apenas seis países "são eficientes" a executar os fundos estruturais em Pequenas e Médias Empresas (PME). Segundo a Coimbra Business School, "o Reino Unido - que no período investigado ainda integrava a União Europeia - lidera a lista deste estudo na implementação de apoios europeus em programas nacionais e regionais". "Com o Brexit, a UE deixou de ter como referência o Estado-membro que melhor fazia a gestão dos fundos", afirma Maria do Castelo Gouveia, matemática, uma das autoras do estudo. A fonte adianta que Áustria, Espanha, Finlândia e Estónia são os países que se seguem no ranking e que Portugal "fica a meio da tabela, em 7.º lugar". A Letónia, República Checa, Eslovénia, Itália e Polónia ocupam, por esta ordem descendente, as últimas posições. "Os países e regiões foram analisados segundo cinco indicadores: a percentagem de cofinanciamento da UE no financiamento total; o número de ‘startups' suportadas; o número de PME financiadas; o aumento direto do emprego nas empresas apoiadas e a relação entre gasto/custo elegível de cada projeto", esclarece a nota. O documento sublinha ainda que, "para serem mais eficientes, as empresas portuguesas teriam de gerar mais postos de trabalho".