PJ vai estudar por que motivo o peso das novas substâncias psicoativas é "substancialmente" maior na Madeira

Carlos Farinha, diretor nacional adjunto da Polícia Judiciária, já coordenou o departamento do Funchal em dois momentos (1998 a 2000 e 2007 a 2009). Hoje, a Madeira e os Açores estão sob a sua supervisão, devido ao exercício das novas funções iniciadas em 2018. Carlos Farinha esteve na Região em trabalho na última semana, no final da qual conversou com o JM. Um dos aspetos relevados na entrevista que concedeu e que pode ler na íntegra na edição impressa do Jornal de hoje é o anormal peso que as novas substâncias psicoativas têm na Madeira, acima da média dos Açores e bem acima da média nacional e europeia. “Estamos a falar de uma realidade que, no continente, andará de 1,5% a 2% da realidade global (das drogas) e que, na Madeira, pode ter uma presença na casa dos 15% a 17%. É uma diferença substancial”, disse o diretor nacional adjunto. O valor é tão díspar que o caso será alvo de estudo no próximo ano pela PJ e por entidades regionais e externas. Carlos Farinha falou ainda da transformação que a PJ está a sofrer com a renovação dos seus quadros, mas também das investigações às câmaras socialistas na Região, dos meios hoje disponíveis à polícia e dos efeitos da pandemia nos processos investigatórios.

PJ vai estudar por que motivo o peso das novas substâncias psicoativas é "substancialmente" maior na Madeira
Carlos Farinha, diretor nacional adjunto da Polícia Judiciária, já coordenou o departamento do Funchal em dois momentos (1998 a 2000 e 2007 a 2009). Hoje, a Madeira e os Açores estão sob a sua supervisão, devido ao exercício das novas funções iniciadas em 2018. Carlos Farinha esteve na Região em trabalho na última semana, no final da qual conversou com o JM. Um dos aspetos relevados na entrevista que concedeu e que pode ler na íntegra na edição impressa do Jornal de hoje é o anormal peso que as novas substâncias psicoativas têm na Madeira, acima da média dos Açores e bem acima da média nacional e europeia. “Estamos a falar de uma realidade que, no continente, andará de 1,5% a 2% da realidade global (das drogas) e que, na Madeira, pode ter uma presença na casa dos 15% a 17%. É uma diferença substancial”, disse o diretor nacional adjunto. O valor é tão díspar que o caso será alvo de estudo no próximo ano pela PJ e por entidades regionais e externas. Carlos Farinha falou ainda da transformação que a PJ está a sofrer com a renovação dos seus quadros, mas também das investigações às câmaras socialistas na Região, dos meios hoje disponíveis à polícia e dos efeitos da pandemia nos processos investigatórios.