PCP lamenta atraso na integração dos novos funcionários da Secretaria Regional do Mar e Pescas

 O PCP informou, através de um comunicado enviado à imprensa, que tomou conhecimento da “dramática situação” em que se encontram 17 trabalhadores que “concorreram e foram admitidos às vagas nos quadros da secretaria do Mar e das Pescas, através de procedimento concursal que terminou há vários meses, mas que até à data ainda não têm vínculo laboral com a referida Secretaria”.   “O grupo de 17 novos funcionários é composto por 4 inspectores, 2 técnicos superiores e 11 assistentes operacionais. Estes procedimentos concursais já foram finalizados há vários meses. O concurso de assistente operacional encontra-se concluído desde outubro de 2019”, lê-se na referida nota. O PCP refere que desde o fim do mês de fevereiro, “estes selecionados viram ser prometida a sua admissão, porém, a situação permanece igual”, considerando que esta é uma situação “incompreensível pois passados vários meses nenhum dos admitidos entrou em funções”. “Uma parte destes trabalhadores estão actualmente sem qualquer rendimento devido à situação actual. Alguns com filhos pequenos, que só conseguem subsistir graças a ajuda de familiares. As consequências da demora e dos atrasos para estas pessoas assinarem contrato está a repercutir-se em angústia e ansiedade para estas pessoas e as suas famílias que, mais do que nunca necessitam do seu ganha-pão”, acrescenta. O PCP considera, deste modo, “inaceitável” a postura do Governo Regional para com estes trabalhadores e afirma que irá questionar através do seu deputado na ALRM a Secretaria Regional do Mar e das Pescas sobre esta realidade que coloca em suspenso a vida de 17 famílias.    

PCP lamenta atraso na integração dos novos funcionários da Secretaria Regional do Mar e Pescas
 O PCP informou, através de um comunicado enviado à imprensa, que tomou conhecimento da “dramática situação” em que se encontram 17 trabalhadores que “concorreram e foram admitidos às vagas nos quadros da secretaria do Mar e das Pescas, através de procedimento concursal que terminou há vários meses, mas que até à data ainda não têm vínculo laboral com a referida Secretaria”.   “O grupo de 17 novos funcionários é composto por 4 inspectores, 2 técnicos superiores e 11 assistentes operacionais. Estes procedimentos concursais já foram finalizados há vários meses. O concurso de assistente operacional encontra-se concluído desde outubro de 2019”, lê-se na referida nota. O PCP refere que desde o fim do mês de fevereiro, “estes selecionados viram ser prometida a sua admissão, porém, a situação permanece igual”, considerando que esta é uma situação “incompreensível pois passados vários meses nenhum dos admitidos entrou em funções”. “Uma parte destes trabalhadores estão actualmente sem qualquer rendimento devido à situação actual. Alguns com filhos pequenos, que só conseguem subsistir graças a ajuda de familiares. As consequências da demora e dos atrasos para estas pessoas assinarem contrato está a repercutir-se em angústia e ansiedade para estas pessoas e as suas famílias que, mais do que nunca necessitam do seu ganha-pão”, acrescenta. O PCP considera, deste modo, “inaceitável” a postura do Governo Regional para com estes trabalhadores e afirma que irá questionar através do seu deputado na ALRM a Secretaria Regional do Mar e das Pescas sobre esta realidade que coloca em suspenso a vida de 17 famílias.