PCP diz que grandes empresas não estão a respeitar os direitos laborais em tempo de pandemia

O deputado do PCP  reuniu, hoje, com duas estruturas sindicais para analisar os impactos da pandemia no setor da aviação infraestruturas aeroportuárias e no sector das telecomunicações. Na primeira reunião com o Sindicato dos Trabalhadores de Aviação Aeroportos (SITAVA), as preocupações com as pressões feitas aos trabalhadores ANA  para aceitar reduções salariais  de 20%, as férias forçadas assim como o despedimento de 7 trabalhadores da Portway, foram abordadas e demostram como estas grandes empresas que lucraram milhões de euros nos últimos anos agora a pretexto da pandemia pretende reduzir aos rendimentos dos seus trabalhadores e priva-los dos seus direitos laborais. Na segunda reunião com o Sindicato Nacional dos Trabalhadores  de Telecomunicações e Audiovisuais foram abordadas as questões relacionadas com o teletrabalho e como as empresas do sector, nomeadamente os call-center estão a colocar os trabalhadores nesse regime laboral sem garantir o pagamento com os custos inerentes ao falto do trabalho ser efectuados no domicílio. O atraso na integração dos precários da RTP nos quadros da empresa foi uma outra matéria abordada, pois há muito que já devia de estar resolvida e agora a pretexto da pandemia o Governo da República pretende adiar a resolução do problema.   Estas reuniões inserem-se  na dinâmica preparatórias das Jornadas Legislativas intituladas por "Problemas Laborais- Impactos  da Pandemia" que se realizaram no próximo dia 18 de julho na Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira. As Jornadas Legislativas do PCP têm como objectivo  analisada a situação sócio laboral da nossa Região tendo em conta a nova realidade decorrente da pandemia COVID-19, expondo os problemas vividos pelos madeirenses e avançado com propostas concretas que a PCP irá apresentar e desenvolver para contribuir por um verdadeiro desenvolvimento sócio-económico da RAM, que privilegie a igualdade de oportunidades e a salvaguarda dos sectores produtivos regionais.

PCP diz que grandes empresas não estão a respeitar os direitos laborais em tempo de pandemia
O deputado do PCP  reuniu, hoje, com duas estruturas sindicais para analisar os impactos da pandemia no setor da aviação infraestruturas aeroportuárias e no sector das telecomunicações. Na primeira reunião com o Sindicato dos Trabalhadores de Aviação Aeroportos (SITAVA), as preocupações com as pressões feitas aos trabalhadores ANA  para aceitar reduções salariais  de 20%, as férias forçadas assim como o despedimento de 7 trabalhadores da Portway, foram abordadas e demostram como estas grandes empresas que lucraram milhões de euros nos últimos anos agora a pretexto da pandemia pretende reduzir aos rendimentos dos seus trabalhadores e priva-los dos seus direitos laborais. Na segunda reunião com o Sindicato Nacional dos Trabalhadores  de Telecomunicações e Audiovisuais foram abordadas as questões relacionadas com o teletrabalho e como as empresas do sector, nomeadamente os call-center estão a colocar os trabalhadores nesse regime laboral sem garantir o pagamento com os custos inerentes ao falto do trabalho ser efectuados no domicílio. O atraso na integração dos precários da RTP nos quadros da empresa foi uma outra matéria abordada, pois há muito que já devia de estar resolvida e agora a pretexto da pandemia o Governo da República pretende adiar a resolução do problema.   Estas reuniões inserem-se  na dinâmica preparatórias das Jornadas Legislativas intituladas por "Problemas Laborais- Impactos  da Pandemia" que se realizaram no próximo dia 18 de julho na Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira. As Jornadas Legislativas do PCP têm como objectivo  analisada a situação sócio laboral da nossa Região tendo em conta a nova realidade decorrente da pandemia COVID-19, expondo os problemas vividos pelos madeirenses e avançado com propostas concretas que a PCP irá apresentar e desenvolver para contribuir por um verdadeiro desenvolvimento sócio-económico da RAM, que privilegie a igualdade de oportunidades e a salvaguarda dos sectores produtivos regionais.