Paralisação ameaça madeirenses na diáspora: Empresário na África do Sul com “impacto volumoso”

Samuel Silva, empresário madeirense radicado em Pretória, África do Sul e proprietário de alguns centros comerciais e supermercados de franchise, relatou ao JM o impacto “volumoso” que os efeitos inerentes do ‘lockdown’ estão a criar. Samuel Silva afirmou-nos que o país atravessa “grandes dificuldades”, as suas superfícies comerciais continuam abertas apesar das “horas reduzidas e todas as restrições impostas”, que estão a ter “difícil implementação nos clientes”. No que diz respeito aos seus funcionários, o empresário teve que “reduzir para metade em ‘lay-off’” e fizeram testes a todos “para nos podermos sentir em segurança”. Uma vez que as superfícies das quais Samuel Silva é proprietário são de “primeira necessidade” não existiu a necessidade de fechar, ainda assim “as vendas baixaram muito porque em certas áreas não foi permitido vender bebidas alcoólicas, cigarros, comidas rápidas e tudo o que não é de primeira necessidade”. “O impacto está a ser volumoso”, lamentou. O empresário relatou o desemprego, “logo muita fome” que descreve “com grande emoção”. Afirmando que o próprio tem procurado em colaboração com a comunidade ajudar quem mais necessita dando comida “a muitas das pessoas”. A concluir, Samuel Silva afirmou ter conhecimento de “algumas empresas a fechar, algumas de conterrâneos” na África do Sul, alertando que devido à fome “a criminalidade esta fora de controlo”. Leia tudo na edição impressa de hoje do JM.

Paralisação ameaça madeirenses na diáspora: Empresário na África do Sul com “impacto volumoso”
Samuel Silva, empresário madeirense radicado em Pretória, África do Sul e proprietário de alguns centros comerciais e supermercados de franchise, relatou ao JM o impacto “volumoso” que os efeitos inerentes do ‘lockdown’ estão a criar. Samuel Silva afirmou-nos que o país atravessa “grandes dificuldades”, as suas superfícies comerciais continuam abertas apesar das “horas reduzidas e todas as restrições impostas”, que estão a ter “difícil implementação nos clientes”. No que diz respeito aos seus funcionários, o empresário teve que “reduzir para metade em ‘lay-off’” e fizeram testes a todos “para nos podermos sentir em segurança”. Uma vez que as superfícies das quais Samuel Silva é proprietário são de “primeira necessidade” não existiu a necessidade de fechar, ainda assim “as vendas baixaram muito porque em certas áreas não foi permitido vender bebidas alcoólicas, cigarros, comidas rápidas e tudo o que não é de primeira necessidade”. “O impacto está a ser volumoso”, lamentou. O empresário relatou o desemprego, “logo muita fome” que descreve “com grande emoção”. Afirmando que o próprio tem procurado em colaboração com a comunidade ajudar quem mais necessita dando comida “a muitas das pessoas”. A concluir, Samuel Silva afirmou ter conhecimento de “algumas empresas a fechar, algumas de conterrâneos” na África do Sul, alertando que devido à fome “a criminalidade esta fora de controlo”. Leia tudo na edição impressa de hoje do JM.