PAN indignado com transporte de animais que culminou com operação no porto do Funchal

O PAN Madeira não escondeu a sua indignação pelas condições em que ocorreu o transporte marítimo dos animais entre os Açores e a Madeira que culminou com uma operação de descarga ontem no porto do Funchal. Numa conferência de imprensa que decorreu precisamente no porto do Funchal, o cabeça-de-lista, Joaquim José Sousa, acompanhado por Nelson Almeida e Sofia Nóbrega, referiu que "não é uma questão de gostar de carne ou não é uma questão civilizacional, acrescentando que lamenta que o provedor do animal ou os recém-convertidos da causa animal não estivessem ali e não se juntassem para acabar com o suplício porque estes animais passam.  Joaquim José Sousa recordou que o artigo 201.º- B do código Civil reconhece que os animais são "seres vivos dotados de sensibilidade e objeto de proteção jurídica em virtude da sua natureza, pelo que seria muito importante que o secretário da Agricultura preste esclarecimentos acerca das condições em que milhares de animais estão a ser transportados para a Região. Continuou afirmando que "sujeitar os animais a tantos dias de transporte, por via marítima, levanta sérias implicações não apenas éticas, mas também ambientais e de saúde pública, transportar animais vivos, como foi este caso em em condições clamorosas de sobrelotação, mantidos de pé, sem liberdade de movimentos durante dias, viajaram debaixo de intempéries, porventura com falta de água e de alimento, com e eventualmente com falta de cuidados médico-veterinários. O PAN pretende "garantir que os animais são movidos pelo seu próprio passo nas operações de carga e descarga, maneio e condução dos animais, proibindo e sancionando a prática de qualquer ato violento ou atentatório do bem-estar animal, nomeadamente a utilização de bastões elétricos, utensílios que visem causar dor ou pontapés, com a consequente criação de regime sancionatório de tais condutas;

PAN indignado com transporte de animais que culminou com operação no porto do Funchal
O PAN Madeira não escondeu a sua indignação pelas condições em que ocorreu o transporte marítimo dos animais entre os Açores e a Madeira que culminou com uma operação de descarga ontem no porto do Funchal. Numa conferência de imprensa que decorreu precisamente no porto do Funchal, o cabeça-de-lista, Joaquim José Sousa, acompanhado por Nelson Almeida e Sofia Nóbrega, referiu que "não é uma questão de gostar de carne ou não é uma questão civilizacional, acrescentando que lamenta que o provedor do animal ou os recém-convertidos da causa animal não estivessem ali e não se juntassem para acabar com o suplício porque estes animais passam.  Joaquim José Sousa recordou que o artigo 201.º- B do código Civil reconhece que os animais são "seres vivos dotados de sensibilidade e objeto de proteção jurídica em virtude da sua natureza, pelo que seria muito importante que o secretário da Agricultura preste esclarecimentos acerca das condições em que milhares de animais estão a ser transportados para a Região. Continuou afirmando que "sujeitar os animais a tantos dias de transporte, por via marítima, levanta sérias implicações não apenas éticas, mas também ambientais e de saúde pública, transportar animais vivos, como foi este caso em em condições clamorosas de sobrelotação, mantidos de pé, sem liberdade de movimentos durante dias, viajaram debaixo de intempéries, porventura com falta de água e de alimento, com e eventualmente com falta de cuidados médico-veterinários. O PAN pretende "garantir que os animais são movidos pelo seu próprio passo nas operações de carga e descarga, maneio e condução dos animais, proibindo e sancionando a prática de qualquer ato violento ou atentatório do bem-estar animal, nomeadamente a utilização de bastões elétricos, utensílios que visem causar dor ou pontapés, com a consequente criação de regime sancionatório de tais condutas;