“O PS/M pensa que tem os professores no bolso”, Jaime Filipe Ramos

Uma recomendação a um diploma que está ainda a ser adaptado Região, provocou novo confronto entre os dois ‘blocos’ na ALRAM. Entrando na ordem do dia, o PSD levou ao plenário madeirense um projeto de resolução intitulado ‘Educação Inclusão – Para que o trabalho desenvolvido pela equipa multidisciplinar de apoio à Educação Inclusiva seja integrada na componente letiva do horário semanal dos docentes’. A oposição estranha o diploma que mais parece “uma inclusão num documento que ninguém conhece”, conforme exaltou Elisa Seixas, deputada do PS. “Há um conjunto de horas desenvolvidas pelo grupo multidisciplinar que devem efetivamente ser incluídas” relevou Lopes da Fonseca (PSD), considerando que a recomendação em apreço é “um contributo para que a legislação não deixa de um lado os decisores e as escolas”. Já Valter Correia (PSD) diz que “fico pasmado com a postura da oposição, no sentido que havia do Governo Regional uma certa insensibilidade em matéria de Educação”. O deputado do PSD lembrou o pioneirismo da Região em matéria de justiça para com os professores. “Teremos um diploma que serve melhor os interesses dos alunos”, conclui. Ricardo Lume (PCP) reconhece a justiça do conteúdo do documento, mas não entende que surja “em forma de recomendação e não de adaptação à Região da legislação nacional”, lembrando que a ALRAM tem poderes para tal. Rui Caetano não deixou ‘morrer’ o assunto e expressou que “nós percebemos o seu embaraço, perante a nossa argumentação. Mas é mais do que evidente de que essa proposta estivesse no âmbito da equipa que está a preparar a adaptação à Região, esta proposta não tinha razões de existir.”. Mas, isso veremos quando o documento for aqui discutido”, crendo que existirão muitas lacunas por preencher nessa adaptação. “Esta iniciativa do PSD é um contributo para quem governa”, contatou Jaime Filipe Ramos não entendo o ‘burburinho’ entre a oposição. A única explicação que encontra é que o PSD “entrou no quintal do PS, que pensa que tem o exclusivo da Educação”. No entender, do líder parlamentar do PSD “o PS pensa que tem os professores no bolso”.

Uma recomendação a um diploma que está ainda a ser adaptado Região, provocou novo confronto entre os dois ‘blocos’ na ALRAM. Entrando na ordem do dia, o PSD levou ao plenário madeirense um projeto de resolução intitulado ‘Educação Inclusão – Para que o trabalho desenvolvido pela equipa multidisciplinar de apoio à Educação Inclusiva seja integrada na componente letiva do horário semanal dos docentes’. A oposição estranha o diploma que mais parece “uma inclusão num documento que ninguém conhece”, conforme exaltou Elisa Seixas, deputada do PS. “Há um conjunto de horas desenvolvidas pelo grupo multidisciplinar que devem efetivamente ser incluídas” relevou Lopes da Fonseca (PSD), considerando que a recomendação em apreço é “um contributo para que a legislação não deixa de um lado os decisores e as escolas”. Já Valter Correia (PSD) diz que “fico pasmado com a postura da oposição, no sentido que havia do Governo Regional uma certa insensibilidade em matéria de Educação”. O deputado do PSD lembrou o pioneirismo da Região em matéria de justiça para com os professores. “Teremos um diploma que serve melhor os interesses dos alunos”, conclui. Ricardo Lume (PCP) reconhece a justiça do conteúdo do documento, mas não entende que surja “em forma de recomendação e não de adaptação à Região da legislação nacional”, lembrando que a ALRAM tem poderes para tal. Rui Caetano não deixou ‘morrer’ o assunto e expressou que “nós percebemos o seu embaraço, perante a nossa argumentação. Mas é mais do que evidente de que essa proposta estivesse no âmbito da equipa que está a preparar a adaptação à Região, esta proposta não tinha razões de existir.”. Mas, isso veremos quando o documento for aqui discutido”, crendo que existirão muitas lacunas por preencher nessa adaptação. “Esta iniciativa do PSD é um contributo para quem governa”, contatou Jaime Filipe Ramos não entendo o ‘burburinho’ entre a oposição. A única explicação que encontra é que o PSD “entrou no quintal do PS, que pensa que tem o exclusivo da Educação”. No entender, do líder parlamentar do PSD “o PS pensa que tem os professores no bolso”.