Médicos da Venezuela podem fazer provas de equivalência em julho

Os médicos com graus académicos conferidos pelas universidades da Venezuela que pretendem equivalência em Portugal estão mais perto de o conseguir, através de alterações preconizadas no Despacho 5874/2020, de 28 de maio de 2020, que trata do reconhecimento automático dos graus académicos de ensino superior conferidos na Venezuela. Conforme explicou ao JM Paulo Porto Fernandes, filho de madeirenses e deputado eleito pelo círculo da Emigração (Brasil) nas listas do PS, “na prática, e no caso concreto dos médicos, a aplicabilidade do despacho possibilita a aceitação dos documento para o regular seguimento às suas candidaturas à equivalência em Portugal”. E, nesse sentido, segundo a Direcção Geral de Ensino Superior, “aqueles que se inscreveram até 12 de junho, poderão fazer a prova em julho, e os que se inscreverem após esta data farão a prova entre os meses de dezembro de 2020 e janeiro de 2021”. Paulo Porto Fernandes, que tem trabalhado neste dossier, está confiante de que o despacho publicado no final de maio em Diário da República vai ajudar os profissionais venezuelanos ou lusodescendentes que se encontram a viver em Portugal. No caso dos médicos, e como já escreveu o JM, estarão 82 a tentar a equivalência da atividade em Portugal, sendo que 17 estarão a residir na Madeira. O deputado pelo círculo da Emigração assegurou que, ao longo de todo o processo tem sentido que o Governo da República tem estado “sensibilizado” para a problemática destes migrantes e, de alguma forma, através do despacho 5875/2020, pretende agilizar os procedimentos para que possam pedir equivalência dos graus académicos e diplomas em Portugal. “Existe boa vontade do governo em agilizar procedimentos”, garantiu o parlamentar, ressalvando, contudo, que há matérias que não são da competência do executivo mas sim das próprias universidades. Leia mais na edição impressa do JM.

Médicos da Venezuela podem fazer provas de equivalência em julho
Os médicos com graus académicos conferidos pelas universidades da Venezuela que pretendem equivalência em Portugal estão mais perto de o conseguir, através de alterações preconizadas no Despacho 5874/2020, de 28 de maio de 2020, que trata do reconhecimento automático dos graus académicos de ensino superior conferidos na Venezuela. Conforme explicou ao JM Paulo Porto Fernandes, filho de madeirenses e deputado eleito pelo círculo da Emigração (Brasil) nas listas do PS, “na prática, e no caso concreto dos médicos, a aplicabilidade do despacho possibilita a aceitação dos documento para o regular seguimento às suas candidaturas à equivalência em Portugal”. E, nesse sentido, segundo a Direcção Geral de Ensino Superior, “aqueles que se inscreveram até 12 de junho, poderão fazer a prova em julho, e os que se inscreverem após esta data farão a prova entre os meses de dezembro de 2020 e janeiro de 2021”. Paulo Porto Fernandes, que tem trabalhado neste dossier, está confiante de que o despacho publicado no final de maio em Diário da República vai ajudar os profissionais venezuelanos ou lusodescendentes que se encontram a viver em Portugal. No caso dos médicos, e como já escreveu o JM, estarão 82 a tentar a equivalência da atividade em Portugal, sendo que 17 estarão a residir na Madeira. O deputado pelo círculo da Emigração assegurou que, ao longo de todo o processo tem sentido que o Governo da República tem estado “sensibilizado” para a problemática destes migrantes e, de alguma forma, através do despacho 5875/2020, pretende agilizar os procedimentos para que possam pedir equivalência dos graus académicos e diplomas em Portugal. “Existe boa vontade do governo em agilizar procedimentos”, garantiu o parlamentar, ressalvando, contudo, que há matérias que não são da competência do executivo mas sim das próprias universidades. Leia mais na edição impressa do JM.