Mais Porto Santo pede urgência na reposição da operação aérea Funchal/Porto Santo

O Movimento Mais Porto Santo está preocupado com a decisão da Binter de suspender "sine die" a ligação aérea entre a Madeira e o Porto Santo com o argumento das limitações criadas pela pandemia COVID-19. "Sabe-se que não é possível fazer reservas na plataforma da Binter até final de Maio o que não se compadece com as necessidades de mobilidade dos portossantenses que não querem ficar confinados aos horários das ligações marítimas. O Movimento pede que o Governo da República, através da Secretaria de Estado das Infraestruturas, tome medidas urgentes quer seja através de um ajuste directo com outra companhia aérea quer seja através do recurso temporário à Força Aérea para assegurar o serviço. Recorde-se que a Binter começou a operação a 5 de junho de 2018 (na altura por ajuste direto face à impugnação do concurso público internacional que havia ganho em Abril de 2018) mas, definitivamente a partir de 5 de dezembro de 2018, por um período de três anos. O Movimento pede uma outra dinâmica reivindicativa quer da Câmara do Porto Santo quer da Secretaria Regional do Turismo e Cultura para que pressionem quer o Governo da República, quer a Binter, quer a Autoridade Nacional de Aviação Civil, quer a ANA para que seja encontrada uma solução. O Mais Porto Santo pede ainda uma clarificação relativamente aos portossantenses que, por via aérea, regressam à sua terra. A dúvida prende-se com a exigência de quarentena e face à constatação de terem sido suspensas as ligações da TAP entre o continente português e o Porto Santo. A dúvida é a seguinte: um cidadão portossantense que chega ao aeroporto da Madeira tem de fazer quarentena na Madeira ou terá de meter-se no barco e começar a cumprir a quarentena no Porto Santo?", pode ler-se no comunicado.

Mais Porto Santo pede urgência na reposição da operação aérea Funchal/Porto Santo
O Movimento Mais Porto Santo está preocupado com a decisão da Binter de suspender "sine die" a ligação aérea entre a Madeira e o Porto Santo com o argumento das limitações criadas pela pandemia COVID-19. "Sabe-se que não é possível fazer reservas na plataforma da Binter até final de Maio o que não se compadece com as necessidades de mobilidade dos portossantenses que não querem ficar confinados aos horários das ligações marítimas. O Movimento pede que o Governo da República, através da Secretaria de Estado das Infraestruturas, tome medidas urgentes quer seja através de um ajuste directo com outra companhia aérea quer seja através do recurso temporário à Força Aérea para assegurar o serviço. Recorde-se que a Binter começou a operação a 5 de junho de 2018 (na altura por ajuste direto face à impugnação do concurso público internacional que havia ganho em Abril de 2018) mas, definitivamente a partir de 5 de dezembro de 2018, por um período de três anos. O Movimento pede uma outra dinâmica reivindicativa quer da Câmara do Porto Santo quer da Secretaria Regional do Turismo e Cultura para que pressionem quer o Governo da República, quer a Binter, quer a Autoridade Nacional de Aviação Civil, quer a ANA para que seja encontrada uma solução. O Mais Porto Santo pede ainda uma clarificação relativamente aos portossantenses que, por via aérea, regressam à sua terra. A dúvida prende-se com a exigência de quarentena e face à constatação de terem sido suspensas as ligações da TAP entre o continente português e o Porto Santo. A dúvida é a seguinte: um cidadão portossantense que chega ao aeroporto da Madeira tem de fazer quarentena na Madeira ou terá de meter-se no barco e começar a cumprir a quarentena no Porto Santo?", pode ler-se no comunicado.