Madeira reconhecida como região do País com melhor desempenho ambiental

A Região Autónoma da Madeira foi reconhecida pelo INE como a região do país com melhor desempenho ambiental. “Foi com muita satisfação que neste Dia Mundial do Ambiente, o índice de qualidade ambiental de 2018 foi o mais elevado das 7 grandes regiões do país. Isto demonstra que as nossas políticas estão corretas”, vincou a secretária regional do Ambiente, Recursos Naturais e Alterações Climáticas. “A Madeira, em 2018, situou o seu índice de qualidade ambiental em 109,16, registando ainda uma melhoria face a 2017 (108,49)”, sublinhou Susana Prada, em declarações que foram proferidas pela governante durante a visita à Central de Compostagem, na Meia Serra. Ali, Susana Prada aproveitou para dizer que esta infraestrutura é um exemplo do princípio da Economia Circular, "não faz mais do que produzir um adubo natural, não poluente, a partir de resíduos verdes provenientes dos jardins de toda a ilha. A Economia Circular, que devemos adotar, é um modelo que regenera recursos em vez de os esgotar". Antes da reativação da Central de Compostagem, os resíduos eram entregues na Meia Serra e iam para a incineradora. "Agora, quilo que antes era resíduo, passa a ser um recurso, é reutilizado para produzir adubo natural, 100% orgânico", sublinhou a secretária regional. Este fertilizante natural é oferecido à população, basta para o efeito que se desloque à Meia Serra ou ao Porto Novo. A reativação da Central de Compostagem teve um investimento de 110 mil euros e produz 1000 toneladas de composto por ano.

Madeira reconhecida como região do País com melhor desempenho ambiental
A Região Autónoma da Madeira foi reconhecida pelo INE como a região do país com melhor desempenho ambiental. “Foi com muita satisfação que neste Dia Mundial do Ambiente, o índice de qualidade ambiental de 2018 foi o mais elevado das 7 grandes regiões do país. Isto demonstra que as nossas políticas estão corretas”, vincou a secretária regional do Ambiente, Recursos Naturais e Alterações Climáticas. “A Madeira, em 2018, situou o seu índice de qualidade ambiental em 109,16, registando ainda uma melhoria face a 2017 (108,49)”, sublinhou Susana Prada, em declarações que foram proferidas pela governante durante a visita à Central de Compostagem, na Meia Serra. Ali, Susana Prada aproveitou para dizer que esta infraestrutura é um exemplo do princípio da Economia Circular, "não faz mais do que produzir um adubo natural, não poluente, a partir de resíduos verdes provenientes dos jardins de toda a ilha. A Economia Circular, que devemos adotar, é um modelo que regenera recursos em vez de os esgotar". Antes da reativação da Central de Compostagem, os resíduos eram entregues na Meia Serra e iam para a incineradora. "Agora, quilo que antes era resíduo, passa a ser um recurso, é reutilizado para produzir adubo natural, 100% orgânico", sublinhou a secretária regional. Este fertilizante natural é oferecido à população, basta para o efeito que se desloque à Meia Serra ou ao Porto Novo. A reativação da Central de Compostagem teve um investimento de 110 mil euros e produz 1000 toneladas de composto por ano.