Luís Filipe Malheiro diz que acordo PSD/CDS é “potencial embuste político”

Luís Filipe Malheiro classificou esta sexta-feira um acordo entre o PSD e o CDS como um “potencial embuste político que deixa o PSD-M refém de pessoas do CDS-M durante quatro anos”. Numa publicação no seu blog ‘Ultraperiferias’, Luís Filipe...

Luís Filipe Malheiro diz que acordo PSD/CDS é “potencial embuste político”
Luís Filipe Malheiro classificou esta sexta-feira um acordo entre o PSD e o CDS como um “potencial embuste político que deixa o PSD-M refém de pessoas do CDS-M durante quatro anos”. Numa publicação no seu blog ‘Ultraperiferias’, Luís Filipe Malheiro começa por introduzir o assunto como um “tema incómodo”. “Falo de um potencial embuste político que deixa o PSD-M refém de pessoas do CDS-M durante 4 anos - não do CDS-M e da sua estrutura institucional que pouco ou nada pode fazer, depois de ter aceite uma estranhíssima nomenclatura para o partido local e que se constata agora ter sido imposta com claras intenções subjacentes e que agora descortinamos”, pode ler-se. “Tudo disfarçado por uma treta de um acordo que não garante estabilidade política coisa nenhuma. Há mais assanhados prontos a saltar para a arena com os dentes bem à vista, sedentos de vingança!” O comentador sustenta a ideia de que “não há garantia de estabilidade” para a coligação com base no “pressuposto de que se não for feita chantagem com a presidência da Assembleia como é hoje o caso, amanhã será feita chantagem sobre qualquer outra coisa e com os mesmos protagonistas, ou outros ainda camuflados (não eleitos), desta história”. “Se são precisos 5 deputados, nos termos regimentais, para formalizar uma candidatura a presidente da Assembleia e o CDS-M (que perdeu 4 deputados, mais de 9 mil votos, ficou reduzido a 5%, etc, etc) apenas tem 3 deputados, quem vai fazer isso? Porque não vai JMR pedir as assinaturas do PS-M?”, questiona.