JPP recorda que empresários madeirenses ainda não receberam apoios

O Juntos pelo Povo “olha com bons olhos” para as últimas medidas de desconfinamento apresentadas hoje pelo Governo Regional. Contudo, o presidente do Grupo Parlamentar do JPP, Élvio Sousa, recorda que os empresários da Região ainda não receberam “qualquer apoio”. “São notícias animadoras e aguardadas há muito pelos madeirenses e porto-santenses. A reabertura de locais de culto, a abertura de museus, bibliotecas e galerias, o regresso de algumas modalidades desportivas com a reabertura de ginásios e a possibilidade de frequência das praias, zonas balneares e acessos ao mar, embora de forma limitada, é um início do retomar a normalidade”, começou por referir Élvio Sousa.   Contudo, salienta que “é importante reabrir o mercado económico, mas é também importante fazer chegar às empresas regionais os apoios que têm sido prometidos pelo Governo Regional”. “Sabemos que os empresários ainda não receberam qualquer apoio prometido quer no âmbito do lay off, quer ao nível linha crédito da República quer ainda ao nível do Invest RAM”, acusa Élvio Sousa, referindo que a situação tem “graves impactos no pagamento de salários, na manutenção de postos de trabalho e no pagamento de despesas comprometendo o futuro destas empresas”. “São milhares de madeirenses e porto-santenses que dependem destes importantes apoios e não “casos pontuais” como foi apontado pelo Presidente do Governo sendo por isso fundamental o desbloqueio destes apoios para podermos, enfim, falar numa retoma com sucesso”, acrescenta. Em relação às declarações de Miguel Albuquerque sobre a baixa do IVA da restauração, o JPP considera que estas afirmações contrariam “o esforço de todos os empresários da restauração e de toda a dinâmica que criou em investimento e em empregabilidade”. “Miguel Albuquerque parece querer condenar um setor que, pela especificidade das restrições, terá de fazer um esforço financeiro assinalável”, disse, apontando que “à semelhança do que o seu PSD fez com a baixa do IVA da eletricidade, prefere trair empresários e famílias ao invés de optar por cortar nas gorduras do seu Governo”, remata. O JPP refere, por fim, que ficará a aguardar a retoma do setor turístico, “alavanca económica regional”, solução que emanará das orientações da Comissão Europeia, no próximo dia 13 de maio.      

O Juntos pelo Povo “olha com bons olhos” para as últimas medidas de desconfinamento apresentadas hoje pelo Governo Regional. Contudo, o presidente do Grupo Parlamentar do JPP, Élvio Sousa, recorda que os empresários da Região ainda não receberam “qualquer apoio”. “São notícias animadoras e aguardadas há muito pelos madeirenses e porto-santenses. A reabertura de locais de culto, a abertura de museus, bibliotecas e galerias, o regresso de algumas modalidades desportivas com a reabertura de ginásios e a possibilidade de frequência das praias, zonas balneares e acessos ao mar, embora de forma limitada, é um início do retomar a normalidade”, começou por referir Élvio Sousa.   Contudo, salienta que “é importante reabrir o mercado económico, mas é também importante fazer chegar às empresas regionais os apoios que têm sido prometidos pelo Governo Regional”. “Sabemos que os empresários ainda não receberam qualquer apoio prometido quer no âmbito do lay off, quer ao nível linha crédito da República quer ainda ao nível do Invest RAM”, acusa Élvio Sousa, referindo que a situação tem “graves impactos no pagamento de salários, na manutenção de postos de trabalho e no pagamento de despesas comprometendo o futuro destas empresas”. “São milhares de madeirenses e porto-santenses que dependem destes importantes apoios e não “casos pontuais” como foi apontado pelo Presidente do Governo sendo por isso fundamental o desbloqueio destes apoios para podermos, enfim, falar numa retoma com sucesso”, acrescenta. Em relação às declarações de Miguel Albuquerque sobre a baixa do IVA da restauração, o JPP considera que estas afirmações contrariam “o esforço de todos os empresários da restauração e de toda a dinâmica que criou em investimento e em empregabilidade”. “Miguel Albuquerque parece querer condenar um setor que, pela especificidade das restrições, terá de fazer um esforço financeiro assinalável”, disse, apontando que “à semelhança do que o seu PSD fez com a baixa do IVA da eletricidade, prefere trair empresários e famílias ao invés de optar por cortar nas gorduras do seu Governo”, remata. O JPP refere, por fim, que ficará a aguardar a retoma do setor turístico, “alavanca económica regional”, solução que emanará das orientações da Comissão Europeia, no próximo dia 13 de maio.