JPP defende a redução do número de alunos por turma para “um maior sucesso" no processo ensino

O Juntos pelo Povo manifestou, através de um comunicado enviado às redações, a sua preocupação relativamente ao início do próximo ano letivo, defendendo a redução do número de alunos por turma para “um maior sucesso do processo de ensino e aprendizagem e consequentemente um trabalho mais produtivo no contexto escolar e educativo”. “Sabendo que neste momento não se pode dizer com toda a certeza como se procederá a abertura do ano letivo, mas não podemos concordar com o modo como estão a ser formadas as turmas”, começa por dizer a nota assinada pelo deputado Paulo Alves, que afirma que o JPP tem conhecimento de que “existem escolas às quais foi comunicado que constituíssem turmas com 22 alunos no mínimo e que poderão ir até aos 26”. Nesse sentido, Paulo Alves questiona se “numa fase de pandemia, em que se pede para que não haja ajuntamentos e se exige a distância social, e numa situação de aulas presenciais, como é possível fazê-lo dentro de uma sala de aula com este número de alunos? Mais grave ainda, são turmas no secundário que já estão formadas com 30 alunos! Como irão circular nos corredores mais de 200 alunos quando estes se dirigirem para as suas salas? Estas são verdadeiras preocupações para os pais, alunos, professores e funcionários, e que merecem o devido esclarecimento por parte da tutela”. O JPP solicita, deste modo, à Secretaria Regional de Educação que, “em cumprimento com as diretrizes da DGS e do IASAÚDE, tome as devidas providências para que não existam turmas com estes números de alunos ou então que esclareça relativamente ao plano que tem para a abertura e funcionamento das aulas no próximo ano letivo, com turmas com estes números de alunos”.  

JPP defende a redução do número de alunos por turma para “um maior sucesso" no processo ensino
O Juntos pelo Povo manifestou, através de um comunicado enviado às redações, a sua preocupação relativamente ao início do próximo ano letivo, defendendo a redução do número de alunos por turma para “um maior sucesso do processo de ensino e aprendizagem e consequentemente um trabalho mais produtivo no contexto escolar e educativo”. “Sabendo que neste momento não se pode dizer com toda a certeza como se procederá a abertura do ano letivo, mas não podemos concordar com o modo como estão a ser formadas as turmas”, começa por dizer a nota assinada pelo deputado Paulo Alves, que afirma que o JPP tem conhecimento de que “existem escolas às quais foi comunicado que constituíssem turmas com 22 alunos no mínimo e que poderão ir até aos 26”. Nesse sentido, Paulo Alves questiona se “numa fase de pandemia, em que se pede para que não haja ajuntamentos e se exige a distância social, e numa situação de aulas presenciais, como é possível fazê-lo dentro de uma sala de aula com este número de alunos? Mais grave ainda, são turmas no secundário que já estão formadas com 30 alunos! Como irão circular nos corredores mais de 200 alunos quando estes se dirigirem para as suas salas? Estas são verdadeiras preocupações para os pais, alunos, professores e funcionários, e que merecem o devido esclarecimento por parte da tutela”. O JPP solicita, deste modo, à Secretaria Regional de Educação que, “em cumprimento com as diretrizes da DGS e do IASAÚDE, tome as devidas providências para que não existam turmas com estes números de alunos ou então que esclareça relativamente ao plano que tem para a abertura e funcionamento das aulas no próximo ano letivo, com turmas com estes números de alunos”.