Jornadas Madeira: Não há público para tantos eventos sobrepostos na Madeira

Carlos Vieira, músico, afirmou durante o período de debate que "para termos os eventos cheios de gente é preciso chegar primeiro às pessoas." Realçando a quantidade enorme de eventos realizados na Madeira entre junho e dezembro, considera importante que a organização chegue às pessoas de uma forma sucinta, evitando que os eventos se sobreponham. Considerando-se um “dos poucos colegas que vai ver os outros tocar” e que muitas vezes precisa de deixar um concerto a meio para assistir a outro, não entende como é que “somos tão pequenos e não conseguimos chegar a todos”. Na resposta, Carlos Teles concorda que “há muita sobreposição de eventos na Madeira”. “Somos 11 municipios, todos querem fazer as suas festas no verão” e “não há calendário que chegue para aguentar com tudo isto, nem temos público” para eventos que calhem no mesmo dia. Este é um assunto difícil de resolver porque “ninguém quer fazer festas em janeiro”, admitiu o autarca.

Jornadas Madeira: Não há público para tantos eventos sobrepostos na Madeira
Carlos Vieira, músico, afirmou durante o período de debate que "para termos os eventos cheios de gente é preciso chegar primeiro às pessoas." Realçando a quantidade enorme de eventos realizados na Madeira entre junho e dezembro, considera importante que a organização chegue às pessoas de uma forma sucinta, evitando que os eventos se sobreponham. Considerando-se um “dos poucos colegas que vai ver os outros tocar” e que muitas vezes precisa de deixar um concerto a meio para assistir a outro, não entende como é que “somos tão pequenos e não conseguimos chegar a todos”. Na resposta, Carlos Teles concorda que “há muita sobreposição de eventos na Madeira”. “Somos 11 municipios, todos querem fazer as suas festas no verão” e “não há calendário que chegue para aguentar com tudo isto, nem temos público” para eventos que calhem no mesmo dia. Este é um assunto difícil de resolver porque “ninguém quer fazer festas em janeiro”, admitiu o autarca.