Jornadas Madeira 2020: Autarquia quer ser ouvida na revisão de contrato de concessão

Nas jornadas do JM, no Porto Santo, o presidente da Câmara, além de criticar os modelos em vigor, reivindica que auscultação nas revisões das concessões de transportes, aéreo e marítimo. Após a indignação por um madeirense pagar 86 euros para se deslocar a Lisboa, e para vir ao Porto Santo tenha que desembolsar 160 euros e também pela ilha não estra servida, nos transportes de ligações todos os dias da semana entre as nossas ilhas, Idalino Vasconcelos relevou que “a questão da mobilidade deve ser assunto de Estado e que tem definitivamente de ser revolvido, para benefício de uma população que vive numa ilha como esta”. E o presidente da autarquia local quer mais do Lobo Marinho “Sabemos que a Porto Santo Line beneficia o Porto Santo, emprega dezenas de porto-santenses e possui um moderno navio. Mas é certo que este serviço não seria feito, ao longo de mais de 20 anos se não houvesse benefício para a empresa. Para nós, a linha tem e deve servir primeiro os interesses dos porto-santenses e madeirenses, numa lógica de interesse público, acima de tudo”. Assim sendo, “na próxima revisão do contrato de concessão e se este executivo tiver oportunidade teremos uma palavra a dizer sobre os direitos consagrados na Constituição da República Portuguesa no que concerne ao princípio de continuidade territorial, que no nosso caso estão a ser usurpados”.

Jornadas Madeira 2020: Autarquia quer ser ouvida na revisão de contrato de concessão
Nas jornadas do JM, no Porto Santo, o presidente da Câmara, além de criticar os modelos em vigor, reivindica que auscultação nas revisões das concessões de transportes, aéreo e marítimo. Após a indignação por um madeirense pagar 86 euros para se deslocar a Lisboa, e para vir ao Porto Santo tenha que desembolsar 160 euros e também pela ilha não estra servida, nos transportes de ligações todos os dias da semana entre as nossas ilhas, Idalino Vasconcelos relevou que “a questão da mobilidade deve ser assunto de Estado e que tem definitivamente de ser revolvido, para benefício de uma população que vive numa ilha como esta”. E o presidente da autarquia local quer mais do Lobo Marinho “Sabemos que a Porto Santo Line beneficia o Porto Santo, emprega dezenas de porto-santenses e possui um moderno navio. Mas é certo que este serviço não seria feito, ao longo de mais de 20 anos se não houvesse benefício para a empresa. Para nós, a linha tem e deve servir primeiro os interesses dos porto-santenses e madeirenses, numa lógica de interesse público, acima de tudo”. Assim sendo, “na próxima revisão do contrato de concessão e se este executivo tiver oportunidade teremos uma palavra a dizer sobre os direitos consagrados na Constituição da República Portuguesa no que concerne ao princípio de continuidade territorial, que no nosso caso estão a ser usurpados”.