João Almeida defende aprofundamento da solidariedade da República para com a Madeira

O candidato à presidência do CDS João Almeida está na Madeira a apresentar o seu projeto, que tem como “ponto fundamental a união do partido”, a que se junta a defesa da meritocracia e um maior aprofundamento da solidariedade da República em...

João Almeida  defende aprofundamento da solidariedade da República para com a Madeira
O candidato à presidência do CDS João Almeida está na Madeira a apresentar o seu projeto, que tem como “ponto fundamental a união do partido”, a que se junta a defesa da meritocracia e um maior aprofundamento da solidariedade da República em relação à Região. O candidato, que está a reunir, esta noite, com os militantes do partido, para apresentar as suas ideias e intenções para o futuro do CDS, falou momentos antes para o JM, a quem disse também querer levar daqui “a força e o exemplo do CDS-Madeira, que aqui está no Governo, numa altura em que o partido nacional está com dificuldades”. Considerando que “o país tem que pensar muito bem num modelo de crescimento que permita um salto qualitativo na vida das pessoas”, João Almeida apontou que isso poderá ser feito com “medidas muito claras, como por exemplo na educação, em que temos que ter meritocracia”. De igual forma, sugere “uma cultura de autoridade em funções fundamentais: dos professores, dos médicos, de uma sociedade que respeite quem efetivamente desempenha funções muito importantes”. Por outro lado, acredita que o sistema fiscal deve ser “muito mais competitivo”. “Eu defendo uma diferenciação fiscal para a Região, no sentido de tornar a economia regional mais competitiva do que aquilo que é hoje em dia”. Já no que respeita à Saúde, considera ser “fundamental equilibrarmos aquilo que é a solidariedade da República em relação à Região, porque quer a Saúde, quer a Educação, são obrigações constitucionais do Estado Português”. E, portanto, se na Região são asseguradas por serviços regionais, tem que haver, da parte da República, a compensação suficiente para uma Região que mantém um sistema a funcionar, que responde aos seus utentes e a todos aqueles que visitam a Região e que usufruem de cuidados de saúde, e que não pode ser prejudicada por gerir um sistema próprio de saúde”. Nessa ordem de ideias, destacou “uma questão estrutural muito importante como a do Hospital que é, provavelmente, a obra mais adiada do país nos últimos anos. E faz todo o sentido que, de uma vez por todas, se assumam os compromissos definitivos, não para meio Hospital, mas para um Hospital inteiro”, sustentou.