Jaime Filipe: "a conta da Região de 2018 foi boa"

Deputado Jaime Filipe Ramos critica o vazio de ideias do PS e lembra que o que se discute hoje no Parlamento é a conta da Região e não a vida de Pedro Calado. O social-democrata dá como exemplo a redução do emprego, dos impostos, o equilíbrio orçamental para dizer que a "Conta da Região de 2018 foi boa para os madeirenses". O Governo Regional devolveu esperança às famílias, deu primazia às medidas de índole social, à mobilidade, refere Jaime Filipe Ramos. Contudo, diz o parlamentar, a conta teria sido melhor se o Estado não lucrasse tanto com os juros cobrados à Madeira, com a ausência de apoio ao ferry e com a alteração ao subsídio de mobilidade. "Se o PS tivesse assumido a sua responsabilidade, esta conta teria sido melhor", afirma. Tecnicamente é uma conta "defendida", validada pelo Tribunal de Contas, reforça Pedro Calado. O vice-presidente evoca o incentivo ao investimento público e ao crescimento económico nos últimos anos, a criação de emprego, o subsídio social de mobilidade. "Compreendo o seu desespero quando vê que a economia da Madeira cresceu 81 meses consecutivos", ironiza Calado.

Jaime Filipe: "a conta da Região de 2018 foi boa"
Deputado Jaime Filipe Ramos critica o vazio de ideias do PS e lembra que o que se discute hoje no Parlamento é a conta da Região e não a vida de Pedro Calado. O social-democrata dá como exemplo a redução do emprego, dos impostos, o equilíbrio orçamental para dizer que a "Conta da Região de 2018 foi boa para os madeirenses". O Governo Regional devolveu esperança às famílias, deu primazia às medidas de índole social, à mobilidade, refere Jaime Filipe Ramos. Contudo, diz o parlamentar, a conta teria sido melhor se o Estado não lucrasse tanto com os juros cobrados à Madeira, com a ausência de apoio ao ferry e com a alteração ao subsídio de mobilidade. "Se o PS tivesse assumido a sua responsabilidade, esta conta teria sido melhor", afirma. Tecnicamente é uma conta "defendida", validada pelo Tribunal de Contas, reforça Pedro Calado. O vice-presidente evoca o incentivo ao investimento público e ao crescimento económico nos últimos anos, a criação de emprego, o subsídio social de mobilidade. "Compreendo o seu desespero quando vê que a economia da Madeira cresceu 81 meses consecutivos", ironiza Calado.