Início do novo hospital é “derrota dos que tentam radicalizar sociedade”

O presidente do Governo Regional disse ontem que o arranque da obra do novo hospital representa uma “vitória dos madeirenses” e uma “derrota dos que tentam radicalizar a sociedade”. O presidente do Governo Regional disse ontem que o arranque da obra do novo hospital, previsto para este mês, é uma “derrota” dos que “tentam radicalizar a nossa sociedade”. A obra representa “uma vitória dos madeirenses e porto-santenses e é mais uma derrota daqueles que tentam radicalizar a nossa sociedade e que têm feito da suspeita, da mentira e da difamação uma forma de estar e de fazer política”, comentou Miguel Albuquerque, na cerimónia do 107.º aniversário do Concelho da Ribeira Brava. O JM avançou ontem, em exclusivo, que o Tribunal de Contas deu o visto para o arranque do maior investimento público da atualidade na Madeira. Nesta fase, serão feitas as escavações e contenções periféricas no local que vai acolher o novo hospital, em Santa Rita. Estes trabalhos iniciais têm um valor definido de 18,9 milhões de euros, mas o conjunto da obra ultrapassa os 350 milhões de euros. Nesta cerimónia, que ocorreu ao ar livre e que contou com um número considerável de convidados, Miguel Albuquerque elogiou, por outro lado, o trabalho que Ricardo Nascimento realizou na Ribeira Brava nos últimos quatro anos. O chefe do Governo destacou a obra “monumental” do autarca ribeira-bravense no mandato em curso, que contrasta com a de outros presidentes de Câmara que “são uns ‘bluff’ completos e que não fazem nada”. Recorde-se que o atual presidente da Câmara Municipal da Ribeira Brava, há dois mandatos no poder, foi eleito por um movimento de cidadãos. Este ano volta a concorrer pelo mesmo movimento, mas conta com o apoio político do PSD e do CDS. No discurso, Albuquerque disse ainda que a Ribeira Brava “está na moda” e que é um dos concelhos mais procurados por novos residentes. Uma observação que foi ao encontro do que, momentos antes, Ricardo Nascimento tinha dito. “Há muito que deixámos de ser vistos somente como um polo de informática ou de construção civil. Temos muitas outras valências que nos distinguem e nos tornam mais fortes, dinâmicos e apetecíveis", referiu. No discurso oficial, o edil percorreu os problemas que a pandemia levou ao concelho e indicou os novos apoios ou o reforço das medidas já existentes na área social do município. “Este ano já foram canalizados mais de 500 mil euros para esta área”, precisou. Mas a economia também necessita ser ajudada e, por isso, Nascimento anunciou um novo empréstimo de 500 mil euros destinado à “recuperação económica” do concelho. “Este balão de oxigénio vai permitir manter os postos de trabalho e alavancar o pequeno comércio que vive em agonia há mais de um ano”, justificou. Na verdade, não será apenas meio milhão de euros que o município vai buscar à banca. “Temos muito mais a fazer e, por isso, contratualizámos junto da banca três novos empréstimos que ascendem, na sua totalidade, aos três milhões de euros”, afirmou Ricardo Nascimento. Haverá margem para aumentar a dívida, segundo o edil, pois esta diminuiu de quase 4,5 milhões de euros, em 2017, para cerca de 1,3 milhões de euros, em 2020, apesar de o investimento no mandato ter atingido os 12 milhões de euros. Por seu turno, Rita Abreu, presidente da Assembleia Municipal da Ribeira Brava, destacou que o regresso da cerimónia do aniversário do concelho – no ano passado não ocorreu devido à pandemia – é “um sinal de esperança”.

Início do novo hospital é “derrota dos que tentam radicalizar sociedade”
O presidente do Governo Regional disse ontem que o arranque da obra do novo hospital representa uma “vitória dos madeirenses” e uma “derrota dos que tentam radicalizar a sociedade”. O presidente do Governo Regional disse ontem que o arranque da obra do novo hospital, previsto para este mês, é uma “derrota” dos que “tentam radicalizar a nossa sociedade”. A obra representa “uma vitória dos madeirenses e porto-santenses e é mais uma derrota daqueles que tentam radicalizar a nossa sociedade e que têm feito da suspeita, da mentira e da difamação uma forma de estar e de fazer política”, comentou Miguel Albuquerque, na cerimónia do 107.º aniversário do Concelho da Ribeira Brava. O JM avançou ontem, em exclusivo, que o Tribunal de Contas deu o visto para o arranque do maior investimento público da atualidade na Madeira. Nesta fase, serão feitas as escavações e contenções periféricas no local que vai acolher o novo hospital, em Santa Rita. Estes trabalhos iniciais têm um valor definido de 18,9 milhões de euros, mas o conjunto da obra ultrapassa os 350 milhões de euros. Nesta cerimónia, que ocorreu ao ar livre e que contou com um número considerável de convidados, Miguel Albuquerque elogiou, por outro lado, o trabalho que Ricardo Nascimento realizou na Ribeira Brava nos últimos quatro anos. O chefe do Governo destacou a obra “monumental” do autarca ribeira-bravense no mandato em curso, que contrasta com a de outros presidentes de Câmara que “são uns ‘bluff’ completos e que não fazem nada”. Recorde-se que o atual presidente da Câmara Municipal da Ribeira Brava, há dois mandatos no poder, foi eleito por um movimento de cidadãos. Este ano volta a concorrer pelo mesmo movimento, mas conta com o apoio político do PSD e do CDS. No discurso, Albuquerque disse ainda que a Ribeira Brava “está na moda” e que é um dos concelhos mais procurados por novos residentes. Uma observação que foi ao encontro do que, momentos antes, Ricardo Nascimento tinha dito. “Há muito que deixámos de ser vistos somente como um polo de informática ou de construção civil. Temos muitas outras valências que nos distinguem e nos tornam mais fortes, dinâmicos e apetecíveis", referiu. No discurso oficial, o edil percorreu os problemas que a pandemia levou ao concelho e indicou os novos apoios ou o reforço das medidas já existentes na área social do município. “Este ano já foram canalizados mais de 500 mil euros para esta área”, precisou. Mas a economia também necessita ser ajudada e, por isso, Nascimento anunciou um novo empréstimo de 500 mil euros destinado à “recuperação económica” do concelho. “Este balão de oxigénio vai permitir manter os postos de trabalho e alavancar o pequeno comércio que vive em agonia há mais de um ano”, justificou. Na verdade, não será apenas meio milhão de euros que o município vai buscar à banca. “Temos muito mais a fazer e, por isso, contratualizámos junto da banca três novos empréstimos que ascendem, na sua totalidade, aos três milhões de euros”, afirmou Ricardo Nascimento. Haverá margem para aumentar a dívida, segundo o edil, pois esta diminuiu de quase 4,5 milhões de euros, em 2017, para cerca de 1,3 milhões de euros, em 2020, apesar de o investimento no mandato ter atingido os 12 milhões de euros. Por seu turno, Rita Abreu, presidente da Assembleia Municipal da Ribeira Brava, destacou que o regresso da cerimónia do aniversário do concelho – no ano passado não ocorreu devido à pandemia – é “um sinal de esperança”.