Há quem confunda teletrabalho com férias

Filipe Rebelo confirma, ao JM, a resistência de alguns funcionários da Sociohabita Funchal, não só em efetuar trabalho presencial como também entrar no sistema de rotatividade com o teletrabalho. “Estiveram uma semana e meia em teletrabalho. Mas chegou a um ponto em que temos que despachar processos físicos e algumas dessas pessoas que estavam em teletrabalho, não encararam bem este regresso físico”, confirma, ressalvando que “são apenas dois ou três”. A confirmação surge na sequência de algumas denúncias de que os funcionários estariam a ser obrigados ao trabalho, com o administrador da empresa, que gere o parque habitacional da autarquia funchalense, a explicar as razões deste procedimento. Filipe Rebelo constata que “o teletrabalho não resultou. Temos imensos processos para despachar. Ontem, depois que mandei os funcionários virem, assinei 44 processos. Nas duas semanas anteriores, nada”, justifica. Mas não se refere a todos os colaboradores. “Há bons e maus funcionários. Como em todo o lado. Alguns entendem, mas outros, estando em casa a receber 100% sem fazer nada, claro que preferem ficar em casa. Mas não pode ser assim”, explica. “O Presidente da República diz para ficar em casa, mas o trabalho tem de ser feito, Não é estar em teletrabalho como se estivessem de férias e quererem receber a 100%. Se cortarmos o subsídio de alimentação, já cai o Carmo e a Trindade. E pensavam que iam ficar assim durante três meses. Não pode ser. Se não querem entrar na rotatividade, se querem ir para casa, metam assistência à família, metam férias, façam como acharem melhor…”, complementa Filipe Rebelo. Leia mais na edição de amanhã do JM

Há quem confunda teletrabalho com férias
Filipe Rebelo confirma, ao JM, a resistência de alguns funcionários da Sociohabita Funchal, não só em efetuar trabalho presencial como também entrar no sistema de rotatividade com o teletrabalho. “Estiveram uma semana e meia em teletrabalho. Mas chegou a um ponto em que temos que despachar processos físicos e algumas dessas pessoas que estavam em teletrabalho, não encararam bem este regresso físico”, confirma, ressalvando que “são apenas dois ou três”. A confirmação surge na sequência de algumas denúncias de que os funcionários estariam a ser obrigados ao trabalho, com o administrador da empresa, que gere o parque habitacional da autarquia funchalense, a explicar as razões deste procedimento. Filipe Rebelo constata que “o teletrabalho não resultou. Temos imensos processos para despachar. Ontem, depois que mandei os funcionários virem, assinei 44 processos. Nas duas semanas anteriores, nada”, justifica. Mas não se refere a todos os colaboradores. “Há bons e maus funcionários. Como em todo o lado. Alguns entendem, mas outros, estando em casa a receber 100% sem fazer nada, claro que preferem ficar em casa. Mas não pode ser assim”, explica. “O Presidente da República diz para ficar em casa, mas o trabalho tem de ser feito, Não é estar em teletrabalho como se estivessem de férias e quererem receber a 100%. Se cortarmos o subsídio de alimentação, já cai o Carmo e a Trindade. E pensavam que iam ficar assim durante três meses. Não pode ser. Se não querem entrar na rotatividade, se querem ir para casa, metam assistência à família, metam férias, façam como acharem melhor…”, complementa Filipe Rebelo. Leia mais na edição de amanhã do JM