“Gostava 
de continuar 
a não desprezar ninguém”

O padre que hoje assinala 25 anos de sacerdócio, refere que não quer ser um morto vivo mas um vivo que luta contra todas as formas de morte. Bodas “Vivemos sempre com muitos planos, sonhos e vontade de fazer coisas. Gostava de escrever muitas histórias que tenho dentro da cabeça e de continuar a nunca desprezar ninguém”, reage, assim, ao JM, o padre José Luís Rodrigues que hoje assinala 25 anos de sacerdócio e numa perspetiva para o futuro. Confrontado com a palavra ‘contestatário’, como muitos o apelidam, o padre de São Roque diz que a mesma é muito forte. “Mas que seja. As minhas posições não me têm trazido dissabores nenhum. Porque tudo o que fiz foi pela verdade, pela justiça e por uma sociedade mais inclusiva”. O pároco de São Roque adianta ainda ao Jornal que “quando temos estes ideais em mente (profundamente evangélicos e que não colidem com a Declaração Universal dos Direitos Humanos, venha o que vier, nunca será maior, nem muito menos ferirá mais do que o prazer de sentirmos que não fomos indiferentes ou anónimos covardes, mas lúcidos, militantes perante aquilo que não estava bem, a injustiça, a violência e todas as formas estruturas de maldade que comandam a nossa sociedade”. Relativamente ao seu percurso de 25 anos sacerdotais, o padre e São Roque considera que foi normal dentro de uma forma de estar, de ser cristão e de ser cidadão. “O sacerdócio é um caminho, entendo como missão na Igreja Católica”, afirma. Com essa forma de ser de e de estar, o padre diz ter procurado servir, com as suas limitações e capacidades. “Persegui sempre o melhor para todos, com todas as forças e dedicação”.“É óbvio que há alegrias e tristezas, sucessos e insucessos, coragem e ausência dela, vida e morte… Tudo e tanto que qualquer história de vida e profissão nos oferece”, adianta. Por isso, o padre José Luís Rodrigues considera que importa reter o bom, continuar firma na esperança de fazer melhor o que se conseguir melhorar e nunca frustrar com o que não esteve ao nosso alcance transformar. Aquele que aponta o foco na fraternidade como uma das principais características de um padre na atualidade, acrescenta que não quer ser um morto vivo. Mas “um vivo que luta contra todas as formas de morte”, finaliza em declarações prestadas ao JM neste dia de aniversário sacerdotal.

“Gostava 
de continuar 
a não desprezar ninguém”
O padre que hoje assinala 25 anos de sacerdócio, refere que não quer ser um morto vivo mas um vivo que luta contra todas as formas de morte. Bodas “Vivemos sempre com muitos planos, sonhos e vontade de fazer coisas. Gostava de escrever muitas histórias que tenho dentro da cabeça e de continuar a nunca desprezar ninguém”, reage, assim, ao JM, o padre José Luís Rodrigues que hoje assinala 25 anos de sacerdócio e numa perspetiva para o futuro. Confrontado com a palavra ‘contestatário’, como muitos o apelidam, o padre de São Roque diz que a mesma é muito forte. “Mas que seja. As minhas posições não me têm trazido dissabores nenhum. Porque tudo o que fiz foi pela verdade, pela justiça e por uma sociedade mais inclusiva”. O pároco de São Roque adianta ainda ao Jornal que “quando temos estes ideais em mente (profundamente evangélicos e que não colidem com a Declaração Universal dos Direitos Humanos, venha o que vier, nunca será maior, nem muito menos ferirá mais do que o prazer de sentirmos que não fomos indiferentes ou anónimos covardes, mas lúcidos, militantes perante aquilo que não estava bem, a injustiça, a violência e todas as formas estruturas de maldade que comandam a nossa sociedade”. Relativamente ao seu percurso de 25 anos sacerdotais, o padre e São Roque considera que foi normal dentro de uma forma de estar, de ser cristão e de ser cidadão. “O sacerdócio é um caminho, entendo como missão na Igreja Católica”, afirma. Com essa forma de ser de e de estar, o padre diz ter procurado servir, com as suas limitações e capacidades. “Persegui sempre o melhor para todos, com todas as forças e dedicação”.“É óbvio que há alegrias e tristezas, sucessos e insucessos, coragem e ausência dela, vida e morte… Tudo e tanto que qualquer história de vida e profissão nos oferece”, adianta. Por isso, o padre José Luís Rodrigues considera que importa reter o bom, continuar firma na esperança de fazer melhor o que se conseguir melhorar e nunca frustrar com o que não esteve ao nosso alcance transformar. Aquele que aponta o foco na fraternidade como uma das principais características de um padre na atualidade, acrescenta que não quer ser um morto vivo. Mas “um vivo que luta contra todas as formas de morte”, finaliza em declarações prestadas ao JM neste dia de aniversário sacerdotal.