Eleições/Madeira: Campanha sem brindes e com verdade é a aposta do MPT

Uma campanha sem brindes e com verdade é a estratégia do MPT – Partido da Terra para as eleições regionais da Madeira, em 22 de setembro, disse hoje o seu cabeça de lista, Válter Rodrigues. “O MPT está com uma campanha a zero [euros]. Explicar...

Eleições/Madeira: Campanha sem brindes e com verdade é a aposta do MPT
Uma campanha sem brindes e com verdade é a estratégia do MPT – Partido da Terra para as eleições regionais da Madeira, em 22 de setembro, disse hoje o seu cabeça de lista, Válter Rodrigues. “O MPT está com uma campanha a zero [euros]. Explicar às pessoas que não temos brindes e explanando o nosso projeto, que é de princípios”, é a aposta do partido, disse o candidato à Lusa. Válter Rodrigues falava no âmbito de uma ação de campanha que realizou hoje à tarde no Bairro da Nogueira, na vila da Camacha, no concelho de Santa Cruz. Afirmando que o MPT “não quer o dinheiro dos contribuintes”, o cabeça de lista defendeu que a lei do financiamento das campanhas deve ser mudada e que “cada candidato deve arranjar suporte financeiro” para não serem os “contribuintes a pagar este tipo de campanhas”. Válter Rodrigues identificou a saúde como a “área mais problemática” numa ilha “que se degradou um pouco” nos últimos anos. Quanto a baixar impostos, o candidato disse que “não pode” baixá-los de imediato porque há contas para pagar. “Baixar os impostos já, não podemos. Temos de os baixar gradualmente. Dizer que vamos baixar agora é mentira. Temos funcionários públicos para pagar, temos muita coisa para pagar. Por isso, só com o tempo é que conseguimos baixar os impostos. Mas temos de ter noção que não os podemos baixar já”, frisou. “O MPT está para servir as pessoas, mas com realidade, não vamos estar a prometer coisas que não iríamos fazer”, sublinhou Válter Rodrigues, que se candidata pela primeira vez. O candidato disse ainda que o MPT quer “trabalhar com as pessoas, quer que as pessoas participem, quer que digam as suas queixas, o que acham que está mal e onde se pode trabalhar”.