Dia de África assinalado por migrantes na África do Sul

O continente africano assinalou, hoje, o Dia de África. Na África do Sul migrantes aqui residentes exteriorizaram as suas esperanças e muitas inquietações, e ainda a premência de solidariedade entre os povos africanos. O dia serviu para comemorar a fundação da Organização da União Africana (OUA), agora União Africana (UA), de forma a aprimorar a reflexão sobre a unidade e diversidade no continente, assim como também sobre o seu potencial no campo das artes e cultura e para oportunidades económicas. Adetola Olubaji, presidente da Nigerian Union SA, expressou que “África necessita de se unir e pugnar por uma cooperação a alto nível entre os países… África é um continente único, independentemente, das nossas divisões geográficas. Quando deixamos o nosso continente e vamos para a Europa ou Ásia, eles consideram-nos africanos primeiro, antes de pensar nos nossos respetivos países. Olubajo adiantou que a discriminação e falta de confiança afeta a cooperação. Existe a necessidade de uma maior união entre países africanos porque a coesão social rareia devido à ausência de confiança”. Migrantes residindo atualmente na África do Sul não deixaram de expressar receios de violência xenófoba e que algumas vezes são apanhados no meio dessas hostilidades atribuindo, como aconteceu em Durban no passado mês de março e na semana que findou em Free State, quando elementos da população atacaram estrangeiros saqueando os seus negócios, danificando a sua propriedade. “Creio que isto parece ser uma consequência da ignorância da história dos valores africanos e das alianças políticas formadas entre os países que raramente são divulgadas. Estes receios manifestados por líderes africanos no Dia de África são também receios da nossa Comunidade de que ninguém ousa falar, muito menos discutir, pois os governantes que nos visitaram ultimamente, uma vez mais trouxeram nas suas bagagens, promessas vãs e menos verdades  num programa tão rápido menos benéfico que não propiciou o desejável debate que se requere entre elementos da Comunidade que seria algo benfazejo  para a governante que concluiu que na África do Sul “a violência não é dirigida aos portugueses” , portanto está tudo bem…  A Comunidade integrou-se bem, é certo, mas existe espaço para progresso nesse sentido, de uma integração mais profunda levando em conta os dias que correm que será um progresso dos respetivos países que pode ser feito com manifestações culturais e patrióticas, não de patriotismos doentios, com a finalidade de melhorar o entendimento que se pretende entre o povo sul africano e a Comunidade Lusa onde se integra a Madeirense de forma a garantir a nossa presença nesta parte de África sem sobressaltos.

Dia de África assinalado por migrantes na África do Sul
O continente africano assinalou, hoje, o Dia de África. Na África do Sul migrantes aqui residentes exteriorizaram as suas esperanças e muitas inquietações, e ainda a premência de solidariedade entre os povos africanos. O dia serviu para comemorar a fundação da Organização da União Africana (OUA), agora União Africana (UA), de forma a aprimorar a reflexão sobre a unidade e diversidade no continente, assim como também sobre o seu potencial no campo das artes e cultura e para oportunidades económicas. Adetola Olubaji, presidente da Nigerian Union SA, expressou que “África necessita de se unir e pugnar por uma cooperação a alto nível entre os países… África é um continente único, independentemente, das nossas divisões geográficas. Quando deixamos o nosso continente e vamos para a Europa ou Ásia, eles consideram-nos africanos primeiro, antes de pensar nos nossos respetivos países. Olubajo adiantou que a discriminação e falta de confiança afeta a cooperação. Existe a necessidade de uma maior união entre países africanos porque a coesão social rareia devido à ausência de confiança”. Migrantes residindo atualmente na África do Sul não deixaram de expressar receios de violência xenófoba e que algumas vezes são apanhados no meio dessas hostilidades atribuindo, como aconteceu em Durban no passado mês de março e na semana que findou em Free State, quando elementos da população atacaram estrangeiros saqueando os seus negócios, danificando a sua propriedade. “Creio que isto parece ser uma consequência da ignorância da história dos valores africanos e das alianças políticas formadas entre os países que raramente são divulgadas. Estes receios manifestados por líderes africanos no Dia de África são também receios da nossa Comunidade de que ninguém ousa falar, muito menos discutir, pois os governantes que nos visitaram ultimamente, uma vez mais trouxeram nas suas bagagens, promessas vãs e menos verdades  num programa tão rápido menos benéfico que não propiciou o desejável debate que se requere entre elementos da Comunidade que seria algo benfazejo  para a governante que concluiu que na África do Sul “a violência não é dirigida aos portugueses” , portanto está tudo bem…  A Comunidade integrou-se bem, é certo, mas existe espaço para progresso nesse sentido, de uma integração mais profunda levando em conta os dias que correm que será um progresso dos respetivos países que pode ser feito com manifestações culturais e patrióticas, não de patriotismos doentios, com a finalidade de melhorar o entendimento que se pretende entre o povo sul africano e a Comunidade Lusa onde se integra a Madeirense de forma a garantir a nossa presença nesta parte de África sem sobressaltos.