Covid-19: Uma centena de pessoas presas em manifestação anti-confinamento na Alemanha

Uma centena de pessoas foram hoje presas em Berlim por não respeitarem as regras de distanciamento social, à margem de uma manifestação contra as medidas anti-coronavirus que reuniram cerca de mil pessoas, segundo a polícia. Estas manifestações são organizadas, desde o final de março, na Praça Rosa Luxemburg, na capital alemã, por um grupo heterogéneo batizado de “Resistência Democrática” que vê nas medidas de confinamento decididas pelo Governo o início de um regime autoritário no país ou um atentado ilegal à liberdade individual.  Hoje, várias centenas de manifestantes próximos, principalmente, da extrema esquerda, mas também de uma certa direita identitária, grupos de conspiração ou militantes anti-vacinas juntaram-se, ou tentaram fazê-lo, antes da intervenção da polícia.  A polícia alemã ergueu várias barreiras ao redor da praça, mas os participantes acabaram por ir para as ruas vizinhas à praça.  O grupo “não compactua com as regras” impostas pelo Governo para travar a propagação da pandemia do novo coronavirus, como explicou à polícia, através da rede social ‘Twitter’, quando lhes foi pedido para dispersar.  Nas ‘t-shirts’ de alguns participantes liam-se acusações à chanceler Angela Merkel tais como: “Estamos interditos de viver” ou “liberdade” e ainda em alguns cartazes frases como “já decidi o que penso e digo-o alto e em bom som”.  Outros cartazes ostentavam ainda: “Nunca mais o fascismo e a guerra” ou “parem os lóbis farmacêuticos”.

Uma centena de pessoas foram hoje presas em Berlim por não respeitarem as regras de distanciamento social, à margem de uma manifestação contra as medidas anti-coronavirus que reuniram cerca de mil pessoas, segundo a polícia. Estas manifestações são organizadas, desde o final de março, na Praça Rosa Luxemburg, na capital alemã, por um grupo heterogéneo batizado de “Resistência Democrática” que vê nas medidas de confinamento decididas pelo Governo o início de um regime autoritário no país ou um atentado ilegal à liberdade individual.  Hoje, várias centenas de manifestantes próximos, principalmente, da extrema esquerda, mas também de uma certa direita identitária, grupos de conspiração ou militantes anti-vacinas juntaram-se, ou tentaram fazê-lo, antes da intervenção da polícia.  A polícia alemã ergueu várias barreiras ao redor da praça, mas os participantes acabaram por ir para as ruas vizinhas à praça.  O grupo “não compactua com as regras” impostas pelo Governo para travar a propagação da pandemia do novo coronavirus, como explicou à polícia, através da rede social ‘Twitter’, quando lhes foi pedido para dispersar.  Nas ‘t-shirts’ de alguns participantes liam-se acusações à chanceler Angela Merkel tais como: “Estamos interditos de viver” ou “liberdade” e ainda em alguns cartazes frases como “já decidi o que penso e digo-o alto e em bom som”.  Outros cartazes ostentavam ainda: “Nunca mais o fascismo e a guerra” ou “parem os lóbis farmacêuticos”.