Covid-19: Há alterações nas regras de quarentena para madeirenses e porto-santenses

O confinamento obrigatório à chegada à Região Autónoma da Madeira, para os passageiros que tem residência na Madeira ou no Porto Santo, poderá ser feito no domicílio e não em unidades hoteleiras, desde que tenham realizado um teste à covid-19, com resultado positivo, nas 72 horas que antecedem a viagem. Esta possibilidade consta de um despacho conjunto da vice-presidência do Governo Regional e dos Assuntos Parlamentares, da Secretaria Regional da Saúde e da Proteção Civil e da Secretaria Regional de Turismo e Cultura. No quadro da situação de calamidade, o confinamento obrigatório e se necessário compulsivo por 14 dias de todas as pessoas que desembarquem nos aeroportos da Madeira e do Porto Santo continua em vigor, mas com algumas novidades para quem tem residência nestas ilhas. De acordo com o número 2 do referido despacho conjunto (disponível no microsite do IASAÚDE, em covimadeira.pt), o confinamento obrigatório poderá ser feito no domicílio “no caso das pessoas que disponham de residência na Madeira ou no Porto Santo e tenham efetuado teste para a covid-19, em laboratórios certificados pelas autoridades nacionais ou internacionais, nas 72 horas prévias ao desembarque, com resultado negativo”. No mesmo ponto, está também consignado que não será necessária “a realização do referido teste de rastreio para que os cidadãos residentes no Porto Santo, que desembarquem no Porto do Porto Santo, cumpram o confinamento no respetivo domicílio”. No ponto 3, passam a ficar livres de confinamento obrigatório “os doentes em tratamento, bem como as pessoas que por razões profissionais desembarque nos Aeroportos e Portos da Madeira e do Porto Santo para prestar serviços considerados essenciais, urgentes ou inadiáveis, para o interesse da RAM, mediante o controle e orientação da Autoridade de Saúde Regional”. Continuam a estar sujeitas a confinamento obrigatório nos hotéis designados para o efeito, as pessoas que “não disponham de residência na Madeira ou no Porto Santo, bem como as que não tenham realizado o teste para a doença covid-19” nas referidas 72 horas antes do embarque. E despacho está em vigor desde as 00h00 do passado dia 3 e enquanto perdurar a situação de calamidade. As despesas inerentes ao confinamento nos hotéis continuam a ser suportadas pelo Governo Regional.  

Covid-19: Há alterações nas regras de quarentena para madeirenses e porto-santenses
O confinamento obrigatório à chegada à Região Autónoma da Madeira, para os passageiros que tem residência na Madeira ou no Porto Santo, poderá ser feito no domicílio e não em unidades hoteleiras, desde que tenham realizado um teste à covid-19, com resultado positivo, nas 72 horas que antecedem a viagem. Esta possibilidade consta de um despacho conjunto da vice-presidência do Governo Regional e dos Assuntos Parlamentares, da Secretaria Regional da Saúde e da Proteção Civil e da Secretaria Regional de Turismo e Cultura. No quadro da situação de calamidade, o confinamento obrigatório e se necessário compulsivo por 14 dias de todas as pessoas que desembarquem nos aeroportos da Madeira e do Porto Santo continua em vigor, mas com algumas novidades para quem tem residência nestas ilhas. De acordo com o número 2 do referido despacho conjunto (disponível no microsite do IASAÚDE, em covimadeira.pt), o confinamento obrigatório poderá ser feito no domicílio “no caso das pessoas que disponham de residência na Madeira ou no Porto Santo e tenham efetuado teste para a covid-19, em laboratórios certificados pelas autoridades nacionais ou internacionais, nas 72 horas prévias ao desembarque, com resultado negativo”. No mesmo ponto, está também consignado que não será necessária “a realização do referido teste de rastreio para que os cidadãos residentes no Porto Santo, que desembarquem no Porto do Porto Santo, cumpram o confinamento no respetivo domicílio”. No ponto 3, passam a ficar livres de confinamento obrigatório “os doentes em tratamento, bem como as pessoas que por razões profissionais desembarque nos Aeroportos e Portos da Madeira e do Porto Santo para prestar serviços considerados essenciais, urgentes ou inadiáveis, para o interesse da RAM, mediante o controle e orientação da Autoridade de Saúde Regional”. Continuam a estar sujeitas a confinamento obrigatório nos hotéis designados para o efeito, as pessoas que “não disponham de residência na Madeira ou no Porto Santo, bem como as que não tenham realizado o teste para a doença covid-19” nas referidas 72 horas antes do embarque. E despacho está em vigor desde as 00h00 do passado dia 3 e enquanto perdurar a situação de calamidade. As despesas inerentes ao confinamento nos hotéis continuam a ser suportadas pelo Governo Regional.