Covid-19: Facebook encoraja utilização do Messenger

A Facebook está a encorajar as autoridades e os engenheiros informáticos a utilizarem o Messenger para lutarem contra a pandemia do novo coronavirus, quando as suas plataformas estão no centro da circulação de informação em tempo de crise. “Lançámos uma parceria com vários programadores para fornecer serviços gratuitos às organizações de saúde para as ajudar a utilizar o Messenger em grande escala na sua resposta à crise da covid-19”, anunciou a Facebook hoje, em comunicado. As redes sociais enfrentam uma vaga de desinformação ligada à crise sanitária, de rumores sem fundamento a conselhos falsos e perigosos, enquanto 1,7 mil milhões de pessoas estão confinadas nas suas residências e mantêm o contacto via estas plataformas. O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 345 mil pessoas em todo o mundo, das quais mais de 15.100 morreram. Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.

Covid-19: Facebook encoraja utilização do Messenger
A Facebook está a encorajar as autoridades e os engenheiros informáticos a utilizarem o Messenger para lutarem contra a pandemia do novo coronavirus, quando as suas plataformas estão no centro da circulação de informação em tempo de crise. “Lançámos uma parceria com vários programadores para fornecer serviços gratuitos às organizações de saúde para as ajudar a utilizar o Messenger em grande escala na sua resposta à crise da covid-19”, anunciou a Facebook hoje, em comunicado. As redes sociais enfrentam uma vaga de desinformação ligada à crise sanitária, de rumores sem fundamento a conselhos falsos e perigosos, enquanto 1,7 mil milhões de pessoas estão confinadas nas suas residências e mantêm o contacto via estas plataformas. O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 345 mil pessoas em todo o mundo, das quais mais de 15.100 morreram. Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.