Covid-19: Estudo afirma que 41% das empresas da Madeira tem um alto impacto de exposição à pandemia

Uma análise realizada pela ‘Informa D&B’ ao impacto da covid-19 no tecido empresarial, revela que os setores com ligação ao turismo são os que mais sofrem e que a Madeira e o Algarve são as regiões com maior número de empresas em setores com alto impacto devido à pandemia da covid-19. O estudo indica que "mais de 100 mil empresas portuguesas têm uma forte exposição ao impacto da Covid-19, estando a sua grande maioria muito concentradas em quatro setores - alojamento e restauração, retalho, transportes e serviços gerais". Se às empresas se juntarem os Empresários em Nome Individual (ENI), "o número supera as 200 mil entidades em setores com impacto alto". A conclusão é da ‘Informa D&B’, que analisou os impactos nas 853 atividades económicas da CAE com o objetivo de "fornecer aos vários decisores, informação que lhes permita gerir melhor os riscos associados à atual situação das empresas", numa altura em que a pandemia do novo coronavírus atingiu de forma tão contundente o tecido económico. Com base na análise qualitativa dos impactos em cada um dos setores de atividade económica, a ‘Informa D&B’ desenvolveu um indicador de impacto setorial que permite classificar o grau de exposição de cada setor (alto, médio, baixo) e consequentemente de cada empresa.   Das 853 atividades económicas analisadas pela entidade, 204 registam impacto alto, 195 impacto médio e 454 impacto baixo. Porém, estas 204 atividades com impacto alto, de acordo com a ‘Informa D&B’ concentram cerca de um terço de todas as empresas portuguesas, sobretudo dos quatro setores assinalados. Da análise, salienta-se o facto de, relativamente à 'distribuição do número de entidades por região e respetivo impato', a Madeira registar 41% com empresas com 'alto' impacto devido à pandemia de covid-19; 44% com 'médio' impacto e 15% com 'baixo' impacto. Isto indica que 85% das empresas regionais têm alto e médio impacto em relação à pandemia. De referir ainda que foram analisadas para este estudo da 'Informa D&B', 12 mil empresas regionais do tecido empresarial. Relativamente à percentagem de empresários em Nome Individual (ENI), este representa a menor percentagem das regiões, com 17%. Se compararmos às restantes regiões, acima da Madeira encontra-se apenas o Algarve com 42% 'alto' impacto; 39% 'médio' e 19% 'baixo'.  Segundo Teresa Cardoso de Menezes, diretora geral da Informa D&B, “desde o início desta crise, procurámos desenvolver novos indicadores e recalibrar os nossos modelos de avaliação do risco  comercial com o objetivo de ajudar as empresas e os decisores públicos a atuarem e a tomarem decisões mais avisadas; a avaliação dos impactos setoriais permite rapidamente quantificar e direcionar as medidas adotadas”. Nos quatro setores com mais empresas em atividades com impacto alto - alojamento e restauração, retalho, transportes e serviços gerais – a ‘Informa D&B’ refere que alguns subsetores registam uma especial exposição aos efeitos da covid-19, nomeadamente aqueles com uma relação mais próxima com o turismo e o retalho não alimentar. Entre esses subsetores estão o transporte aéreo, hotéis e alojamentos, bares e restaurantes, aluguer de automóveis, agências de viagens e operadores turísticos, ou a organização de feiras e convenções. O impacto no conjunto da economia portuguesa, de acordo com a mesma fonte, será "muito significativo", tendo em conta o peso do turismo no PIB nacional. Também por este motivo, e em termos regionais, refere que o Algarve e a Madeira são as regiões com maior número de empresas em setores fortemente impactados.  

Uma análise realizada pela ‘Informa D&B’ ao impacto da covid-19 no tecido empresarial, revela que os setores com ligação ao turismo são os que mais sofrem e que a Madeira e o Algarve são as regiões com maior número de empresas em setores com alto impacto devido à pandemia da covid-19. O estudo indica que "mais de 100 mil empresas portuguesas têm uma forte exposição ao impacto da Covid-19, estando a sua grande maioria muito concentradas em quatro setores - alojamento e restauração, retalho, transportes e serviços gerais". Se às empresas se juntarem os Empresários em Nome Individual (ENI), "o número supera as 200 mil entidades em setores com impacto alto". A conclusão é da ‘Informa D&B’, que analisou os impactos nas 853 atividades económicas da CAE com o objetivo de "fornecer aos vários decisores, informação que lhes permita gerir melhor os riscos associados à atual situação das empresas", numa altura em que a pandemia do novo coronavírus atingiu de forma tão contundente o tecido económico. Com base na análise qualitativa dos impactos em cada um dos setores de atividade económica, a ‘Informa D&B’ desenvolveu um indicador de impacto setorial que permite classificar o grau de exposição de cada setor (alto, médio, baixo) e consequentemente de cada empresa.   Das 853 atividades económicas analisadas pela entidade, 204 registam impacto alto, 195 impacto médio e 454 impacto baixo. Porém, estas 204 atividades com impacto alto, de acordo com a ‘Informa D&B’ concentram cerca de um terço de todas as empresas portuguesas, sobretudo dos quatro setores assinalados. Da análise, salienta-se o facto de, relativamente à 'distribuição do número de entidades por região e respetivo impato', a Madeira registar 41% com empresas com 'alto' impacto devido à pandemia de covid-19; 44% com 'médio' impacto e 15% com 'baixo' impacto. Isto indica que 85% das empresas regionais têm alto e médio impacto em relação à pandemia. De referir ainda que foram analisadas para este estudo da 'Informa D&B', 12 mil empresas regionais do tecido empresarial. Relativamente à percentagem de empresários em Nome Individual (ENI), este representa a menor percentagem das regiões, com 17%. Se compararmos às restantes regiões, acima da Madeira encontra-se apenas o Algarve com 42% 'alto' impacto; 39% 'médio' e 19% 'baixo'.  Segundo Teresa Cardoso de Menezes, diretora geral da Informa D&B, “desde o início desta crise, procurámos desenvolver novos indicadores e recalibrar os nossos modelos de avaliação do risco  comercial com o objetivo de ajudar as empresas e os decisores públicos a atuarem e a tomarem decisões mais avisadas; a avaliação dos impactos setoriais permite rapidamente quantificar e direcionar as medidas adotadas”. Nos quatro setores com mais empresas em atividades com impacto alto - alojamento e restauração, retalho, transportes e serviços gerais – a ‘Informa D&B’ refere que alguns subsetores registam uma especial exposição aos efeitos da covid-19, nomeadamente aqueles com uma relação mais próxima com o turismo e o retalho não alimentar. Entre esses subsetores estão o transporte aéreo, hotéis e alojamentos, bares e restaurantes, aluguer de automóveis, agências de viagens e operadores turísticos, ou a organização de feiras e convenções. O impacto no conjunto da economia portuguesa, de acordo com a mesma fonte, será "muito significativo", tendo em conta o peso do turismo no PIB nacional. Também por este motivo, e em termos regionais, refere que o Algarve e a Madeira são as regiões com maior número de empresas em setores fortemente impactados.