Covid-19: Binter exige fim de confinamento para retomar linha Madeira-Porto Santo

A companhia aérea espanhola Binter, que assegura a linha aérea entre a Madeira e o Porto Santo, exigiu hoje o fim do confinamento para as tripulações e passageiros imposto nos arquipélagos madeirense e de Canárias para retomar esta ligação. A exigência foi transmitida pela Binter, transportadora que tem sede nas Ilhas Canárias, numa reunião mantida hoje com o secretário do Estado Adjunto e das Comunicações, Alberto Souto de Miranda, refere uma nota divulgada pelo Governo da República. O mesmo documento menciona que o objetivo do encontro foi “tentar encontrar uma solução que permita ultrapassar os constrangimentos que impedem a retoma do serviço público aéreo na rota Porto Santo/Funchal/Porto Santo”. Desde o início da pandemia da covid-19, a Binter deixou de realizar estas viagens, deixando as duas ilhas do arquipélago da Madeira sem uma ligação aérea. “Os responsáveis da Binter apontaram como essencial para retomarem o serviço em causa que, tanto o Governo Regional da Madeira, como o Governo de Espanha, excecionem expressamente as tripulações desta companhia aérea do dever geral de confinamento imposto, tanto no arquipélago português, como do lado espanhol, a todos os passageiros e tripulantes que desembarquem no seu território”, lê-se na nota. O governo nacional assegura estar “empenhado em criar as condições para a retoma imediata desta ligação de serviço público”, pelo que vai contactar com o executivo madeirense “no sentido de encontrar uma solução”. Também adianta que vai desenvolver “contactos diplomáticos com o Governo de Espanha no sentido de contribuir para o desbloqueio dos constrangimentos constatados”, visto que a companhia tem sede em Canárias, onde realiza as operações de manutenção das aeronaves. O Governo Regional da Madeira já determinou o fim da quarentena obrigatória para os passageiros residentes nas duas ilhas do arquipélago que efetuem a viagem por via marítima. Presentemente, nas viagens aéreas, o executivo madeirense decidiu que este constrangimento deixa de ser exigido se o passageiro apresentar um teste negativo à covid-19 feito 72 horas antes da chegada à Madeira, uma medida que será adotada a partir de 1 de julho. A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou quase 345 mil mortos e infetou mais de 5,4 milhões de pessoas em 196 países e territórios. Mais de 2,1 milhões de doentes foram considerados curados. Em Portugal, morreram 1.330 pessoas das 30.788 confirmadas como infetadas, e há 17.822 casos recuperados, de acordo com a Direção-Geral da Saúde. A Madeira mantém-se há 18 dias consecutivos sem registar novos casos de covid-19. No total, o arquipélago registou 90 casos de infeção por covid-19, dos quais 67 foram considerados recuperados e 23 permanecem ativos, mas sem cuidados hospitalares. Esta é a única região do país sem registo de mortes devido ao novo coronavírus. A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Covid-19: Binter exige fim de confinamento para retomar linha Madeira-Porto Santo
A companhia aérea espanhola Binter, que assegura a linha aérea entre a Madeira e o Porto Santo, exigiu hoje o fim do confinamento para as tripulações e passageiros imposto nos arquipélagos madeirense e de Canárias para retomar esta ligação. A exigência foi transmitida pela Binter, transportadora que tem sede nas Ilhas Canárias, numa reunião mantida hoje com o secretário do Estado Adjunto e das Comunicações, Alberto Souto de Miranda, refere uma nota divulgada pelo Governo da República. O mesmo documento menciona que o objetivo do encontro foi “tentar encontrar uma solução que permita ultrapassar os constrangimentos que impedem a retoma do serviço público aéreo na rota Porto Santo/Funchal/Porto Santo”. Desde o início da pandemia da covid-19, a Binter deixou de realizar estas viagens, deixando as duas ilhas do arquipélago da Madeira sem uma ligação aérea. “Os responsáveis da Binter apontaram como essencial para retomarem o serviço em causa que, tanto o Governo Regional da Madeira, como o Governo de Espanha, excecionem expressamente as tripulações desta companhia aérea do dever geral de confinamento imposto, tanto no arquipélago português, como do lado espanhol, a todos os passageiros e tripulantes que desembarquem no seu território”, lê-se na nota. O governo nacional assegura estar “empenhado em criar as condições para a retoma imediata desta ligação de serviço público”, pelo que vai contactar com o executivo madeirense “no sentido de encontrar uma solução”. Também adianta que vai desenvolver “contactos diplomáticos com o Governo de Espanha no sentido de contribuir para o desbloqueio dos constrangimentos constatados”, visto que a companhia tem sede em Canárias, onde realiza as operações de manutenção das aeronaves. O Governo Regional da Madeira já determinou o fim da quarentena obrigatória para os passageiros residentes nas duas ilhas do arquipélago que efetuem a viagem por via marítima. Presentemente, nas viagens aéreas, o executivo madeirense decidiu que este constrangimento deixa de ser exigido se o passageiro apresentar um teste negativo à covid-19 feito 72 horas antes da chegada à Madeira, uma medida que será adotada a partir de 1 de julho. A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou quase 345 mil mortos e infetou mais de 5,4 milhões de pessoas em 196 países e territórios. Mais de 2,1 milhões de doentes foram considerados curados. Em Portugal, morreram 1.330 pessoas das 30.788 confirmadas como infetadas, e há 17.822 casos recuperados, de acordo com a Direção-Geral da Saúde. A Madeira mantém-se há 18 dias consecutivos sem registar novos casos de covid-19. No total, o arquipélago registou 90 casos de infeção por covid-19, dos quais 67 foram considerados recuperados e 23 permanecem ativos, mas sem cuidados hospitalares. Esta é a única região do país sem registo de mortes devido ao novo coronavírus. A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.