'Coligação' admite que possam existir vozes ‘internas’ discordantes

Concluída a segunda ronda de negociações, está também alcançado ao acordo político, parlamentar e governativo entre PSD e CDS. Esta a síntese das palavras proferidas por Pedro Calado e Teófilo Cunha, respetivamente, que em comum tiveram ainda...

'Coligação' admite que possam existir vozes ‘internas’ discordantes
Concluída a segunda ronda de negociações, está também alcançado ao acordo político, parlamentar e governativo entre PSD e CDS. Esta a síntese das palavras proferidas por Pedro Calado e Teófilo Cunha, respetivamente, que em comum tiveram ainda uma outra ‘condescendência’: a admissão de que poderão existir vozes discordantes do acordo no seio de que cada um dos partidos. Certo é que o acordo já existe, com Teófilo Cunha a reconhecer que ao CDS está reservado um desempenho proporcional à intenção e votos dos leitores, sendo que nenhuma das partes revelou nomes ou pastas relativas ao XIII Governo Regional. Pedro Calado, Jaime Filipe Ramos e Medeiros Gaspar, pelos sociais de democratas, e Teófilo Cunha, Luís Miguel Rosa e Gonçalo Santos ultimaram já o documento, transitando o mesmo, agora, para análise interna dos respetivos partidos, para serem devidamente ratificados, embora num contexto distinto.  Ou seja, o PSD levará ainda a uma 'aprovação' na Rua dos Netos, enquanto na Rua da Mouraria, Rui Barreto, na última reunião, teve já o aval da sua comissão política para negociar e assinar. Em um outro patamar, os líderes Miguel Albuquerque e Rui Barreto irão depois se pronunciar sobre nomes e pastas, sendo certo que todo este trabalho estará concluído, inclusive com tomada de posse da Assembleia Regional.