Cidadãos repatriados da Venezuela já ‘aterraram’ na Madeira

Já chegaram à ilha 81 dos 83 cidadãos repatriados da Venezuela no voo especial realizado na passada quarta-feira. Rui Abreu, diretor regional das Comunidades e Cooperação Externa deslocou-se até ao Aeroporto Internacional da Madeira de modo a sensibilizar os emigrantes regressados ao dever de confinamento enquanto aguardam pelo resultado do teste de despiste à Covid-19. “Vieram 46 passageiros no voo que aterrou às 16h e 35 no voo das 22h”, descreveu inicialmente o governante. “Transmiti uma mensagem de boas vindas à Madeira, à terra de todos os nossos conterrâneos. Depois também alertei para o facto de irem realizar o teste logo de seguida e que deveriam aguardar em suas casas pelo resultado do mesmo.  O diretor regional garantiu ao JM que “toda a gente vai respeitar o isolamento”, acrescentando que todos eles “têm tempo para cumprimentar a família após o resultado do teste”. Teste realizado na Madeira  Segundo o membro do executivo regional, os emigrantes “estavam satisfeitos” por realizarem o teste apenas na Madeira. “Ao contrário do outro voo, onde houve passageiros obrigados a pagar um teste em Lisboa que depois era ineficaz porque não traziam o resultado, desta vez não houve nenhum passageiro a que isso tivesse acontecido porque nós alertámos o SEF e sabemos que o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) atuou nesse aspeto porque falámos com o Consulado-Geral em Caracas que por sua vez alertou o MNE sobre o assunto”, regozijou-se. Além disso, Rui Abreu defende que “o próprio despacho do Governo Português sobre a chegada de passageiros ao aeroporto de Lisboa tem uma exceção, onde diz que os passageiros em trânsito que não abandonem as instalações aeroportuárias, estão dispensados da realização do teste em Lisboa”. O diretor regional salientou que “este voo foi pago por todos os passageiros” e que “não é nenhum Governo a pagar”, acrescentando que, por um lado, “o número de passageiros que foi da Madeira para a Venezuela e que veio da Venezuela para a Madeira neste voo é praticamente idêntico (71 e 83, respetivamente)”.  Pro outro lado, o governante afirmou que antes haviam 2 voos semanais entre Caracas e Lisboa, “o que significava 500 lugares por semana”, salientando que durante este período em que o espaço aéreo venezuelano esteve fechado “existiram apenas 4 voos, isto desde fevereiro até agora”.  O que demonstra que não existe “uma transferência, nem mobilidade bastante acentuada de passageiros entre estes dois países, antes pelo contrário”, enalteceu Rui Abreu. Leia tudo na edição impressa de hoje do JM.

Cidadãos repatriados da Venezuela já ‘aterraram’ na Madeira
Já chegaram à ilha 81 dos 83 cidadãos repatriados da Venezuela no voo especial realizado na passada quarta-feira. Rui Abreu, diretor regional das Comunidades e Cooperação Externa deslocou-se até ao Aeroporto Internacional da Madeira de modo a sensibilizar os emigrantes regressados ao dever de confinamento enquanto aguardam pelo resultado do teste de despiste à Covid-19. “Vieram 46 passageiros no voo que aterrou às 16h e 35 no voo das 22h”, descreveu inicialmente o governante. “Transmiti uma mensagem de boas vindas à Madeira, à terra de todos os nossos conterrâneos. Depois também alertei para o facto de irem realizar o teste logo de seguida e que deveriam aguardar em suas casas pelo resultado do mesmo.  O diretor regional garantiu ao JM que “toda a gente vai respeitar o isolamento”, acrescentando que todos eles “têm tempo para cumprimentar a família após o resultado do teste”. Teste realizado na Madeira  Segundo o membro do executivo regional, os emigrantes “estavam satisfeitos” por realizarem o teste apenas na Madeira. “Ao contrário do outro voo, onde houve passageiros obrigados a pagar um teste em Lisboa que depois era ineficaz porque não traziam o resultado, desta vez não houve nenhum passageiro a que isso tivesse acontecido porque nós alertámos o SEF e sabemos que o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) atuou nesse aspeto porque falámos com o Consulado-Geral em Caracas que por sua vez alertou o MNE sobre o assunto”, regozijou-se. Além disso, Rui Abreu defende que “o próprio despacho do Governo Português sobre a chegada de passageiros ao aeroporto de Lisboa tem uma exceção, onde diz que os passageiros em trânsito que não abandonem as instalações aeroportuárias, estão dispensados da realização do teste em Lisboa”. O diretor regional salientou que “este voo foi pago por todos os passageiros” e que “não é nenhum Governo a pagar”, acrescentando que, por um lado, “o número de passageiros que foi da Madeira para a Venezuela e que veio da Venezuela para a Madeira neste voo é praticamente idêntico (71 e 83, respetivamente)”.  Pro outro lado, o governante afirmou que antes haviam 2 voos semanais entre Caracas e Lisboa, “o que significava 500 lugares por semana”, salientando que durante este período em que o espaço aéreo venezuelano esteve fechado “existiram apenas 4 voos, isto desde fevereiro até agora”.  O que demonstra que não existe “uma transferência, nem mobilidade bastante acentuada de passageiros entre estes dois países, antes pelo contrário”, enalteceu Rui Abreu. Leia tudo na edição impressa de hoje do JM.