CDU apresenta medidas para reduzir impactos sísmicos na Madeira e no Porto Santo

Dado o recente fenómeno sísmico na Região Autónoma da Madeira, no passado sábado, a CDU promoveu hoje uma iniciativa politica onde apresentou algumas medidas que considera “indispensáveis” para reduzir impactos sísmicos nas ilhas da Madeira e do Porto Santo. Na ocasião Edgar Silva, coordenador regional da CDU afirmou que a maior parte das populações, habitações e infra-estruturas “estruturas não estão preparadas para um mais forte impacto sísmico”, indicando que importará tomar medidas urgentes a fim de prevenir danos, gerir situações de crise e reduzir eventuais impactos de catástrofe”. Por outro lado, aponta que “não contribuem para minimizar eventuais efeitos catastróficos a dispensa de normas de resistência na reabilitação urbana, a evasiva legislação relativa à promoção da segurança e da resistência sísmica, a ausência de imperativa certificação dos mecanismos de exigente fiscalização para a construção nova, ou a insuficiente formação dos cidadãos para lidar com a perigosidade e sinistralidade sísmica”. No entender o porta-voz, é “indispensável” a intervenção do Governo Regional na avaliação de riscos inerentes à atividade sísmica, tanto a nível dos danos, prevenção, telecomunicações, transportes e saúde. Por esse motivo, propõe um Plano de Ação sobre Riscos Sísmicos na RAM, “a curto prazo”. Edgar Silva entende que esse plano permitiria: “- Caracterizar aglomerados populacionais com maior vulnerabilidade dos edifícios e delimitar zonas territoriais mais vulneráveis, considerando a elaboração de cartas de perigosidade sísmica local, à escala de cada cidade ou vila; - Preparar intervenções específicas para a adequação ou reabilitação de edifícios e equipamentos públicos com importância estratégica para a protecção civil em situações de sísmos mais impactantes; -Fixar condições extraordinárias no que respeita ao reforço da segurança e dos valores dos coeficientes de segurança das construções, em particular, para as áreas territoriais de maior vulnerabilidade em situação de abalos sísmicos - Considerar campanhas de informação das populações residentes na Região, valorizando medidas preventivas e de preparação, medidas educativas e de formação especial”.          

CDU apresenta medidas para reduzir impactos sísmicos na Madeira e no Porto Santo
Dado o recente fenómeno sísmico na Região Autónoma da Madeira, no passado sábado, a CDU promoveu hoje uma iniciativa politica onde apresentou algumas medidas que considera “indispensáveis” para reduzir impactos sísmicos nas ilhas da Madeira e do Porto Santo. Na ocasião Edgar Silva, coordenador regional da CDU afirmou que a maior parte das populações, habitações e infra-estruturas “estruturas não estão preparadas para um mais forte impacto sísmico”, indicando que importará tomar medidas urgentes a fim de prevenir danos, gerir situações de crise e reduzir eventuais impactos de catástrofe”. Por outro lado, aponta que “não contribuem para minimizar eventuais efeitos catastróficos a dispensa de normas de resistência na reabilitação urbana, a evasiva legislação relativa à promoção da segurança e da resistência sísmica, a ausência de imperativa certificação dos mecanismos de exigente fiscalização para a construção nova, ou a insuficiente formação dos cidadãos para lidar com a perigosidade e sinistralidade sísmica”. No entender o porta-voz, é “indispensável” a intervenção do Governo Regional na avaliação de riscos inerentes à atividade sísmica, tanto a nível dos danos, prevenção, telecomunicações, transportes e saúde. Por esse motivo, propõe um Plano de Ação sobre Riscos Sísmicos na RAM, “a curto prazo”. Edgar Silva entende que esse plano permitiria: “- Caracterizar aglomerados populacionais com maior vulnerabilidade dos edifícios e delimitar zonas territoriais mais vulneráveis, considerando a elaboração de cartas de perigosidade sísmica local, à escala de cada cidade ou vila; - Preparar intervenções específicas para a adequação ou reabilitação de edifícios e equipamentos públicos com importância estratégica para a protecção civil em situações de sísmos mais impactantes; -Fixar condições extraordinárias no que respeita ao reforço da segurança e dos valores dos coeficientes de segurança das construções, em particular, para as áreas territoriais de maior vulnerabilidade em situação de abalos sísmicos - Considerar campanhas de informação das populações residentes na Região, valorizando medidas preventivas e de preparação, medidas educativas e de formação especial”.