Casal de continentais quer indemnização por derrocada no Caldeirão Verde

Cátia Ramos e o namorado, Tiago Marques, foram, no ano passado, apanhados na derrocada que ocorreu em outubro de 2019, no Caldeirão Verde. Ontem, no programa da Júlia Pinheiro, na SIC, a mulher queixou-se da falta de informação de perigo no local e quer uma indemnização das autoridades da Madeira pelos danos e trauma causados. À Júlia Pinheiro, Cátia Ramos contou que viveu momentos de "puro desespero" ao ver desmoronarem-se todos os planos que tinha feito para o futuro. Contou que viu "a morte à frente" na derrocada e lançou algumas críticas ao facto de haver sítios na Madeira que não indicam a queda de derrocadas. Entre lágrimas, a jovem recorda o "estrondo", o "chão a fugir-lhe debaixo dos pés" e a encosta a cair-lhes em cima. O namorado sofreu vários politraumatismos, passou dias nos cuidados intensivos, mas Cátia Ramos saiu ilesa. Diz que ainda chegou a ser contactada por alguém do Turismo da Madeira mas, fora isso, não teve mais nenhum apoio. Pede agora uma indemnização às autoridades regionais pelos danos causados.          

Casal de continentais quer indemnização por derrocada no Caldeirão Verde
Cátia Ramos e o namorado, Tiago Marques, foram, no ano passado, apanhados na derrocada que ocorreu em outubro de 2019, no Caldeirão Verde. Ontem, no programa da Júlia Pinheiro, na SIC, a mulher queixou-se da falta de informação de perigo no local e quer uma indemnização das autoridades da Madeira pelos danos e trauma causados. À Júlia Pinheiro, Cátia Ramos contou que viveu momentos de "puro desespero" ao ver desmoronarem-se todos os planos que tinha feito para o futuro. Contou que viu "a morte à frente" na derrocada e lançou algumas críticas ao facto de haver sítios na Madeira que não indicam a queda de derrocadas. Entre lágrimas, a jovem recorda o "estrondo", o "chão a fugir-lhe debaixo dos pés" e a encosta a cair-lhes em cima. O namorado sofreu vários politraumatismos, passou dias nos cuidados intensivos, mas Cátia Ramos saiu ilesa. Diz que ainda chegou a ser contactada por alguém do Turismo da Madeira mas, fora isso, não teve mais nenhum apoio. Pede agora uma indemnização às autoridades regionais pelos danos causados.