Cândido de Andrade faleceu após uma vida dedicada à comunidade portuguesa

A comunidade portuguesa na Venezuela está de luto pela partida física de Cândido de Andrade, cuja ausência deixa saudade e tristeza a todos os que o conheceram. O empresário foi distinguido com o título de Comendador em 1996 pelo trabalho realizado a favor dos emigrantes e os seus descendentes residentes na Venezuela. A distinção aconteceu na época do Secretário de Estado das Comunidades, José Lello, falecido em 2016. Andrade teve uma vida dedicada à comunidade portuguesa. Fez parte da direcção da Associação Desportiva Luso-Venezuelana, foi presidente e membro da direcção do Centro Português de Caracas, foi tesoureiro da Casa de Fútbol Clube do Porto de Caracas e foi sócio do Centro Marítimo de Venezuela, entre outras actividades e cargos que assumiu na diáspora. Viúvo desde 2012, Andradre deixou a Venezuela em 2017, aos 67 anos, e radicou-se na sua casa em Santa María da Feira, Portugal. Foi uma questão de sobrevivência. Após o diagnóstico de cancro eram muitas as dificuldades para receber o tratamento médico de que precisava no país sul-americano, onde trabalhou por mais de 50 anos. Quando Cándido de Andrade deixou Portugal em 17 de agosto de 1967, o seu pai já estava na Venezuela desde 1953. Começou a trabalhar na companhia aérea brasileira Varig na área administrativa, quando seu pai juntou-se a um grupo de portugueses de Aveiro para formar uma empresa. O grupo "Piscinas Latino Americanas" chegou a agrupar três empresas e empregar 80 trabalhadores. "Foi um exemplo de sucesso, solidariedade e integridade", disse Alvarinho Moreira, Presidente da Casa do FCPorto Caracas. "Um nobre e notável feirense cuja memória perdurará entre todos nós que tivemos a sorte de o conhecer", acrescentou.

Cândido de Andrade faleceu após uma vida dedicada à comunidade portuguesa
A comunidade portuguesa na Venezuela está de luto pela partida física de Cândido de Andrade, cuja ausência deixa saudade e tristeza a todos os que o conheceram. O empresário foi distinguido com o título de Comendador em 1996 pelo trabalho realizado a favor dos emigrantes e os seus descendentes residentes na Venezuela. A distinção aconteceu na época do Secretário de Estado das Comunidades, José Lello, falecido em 2016. Andrade teve uma vida dedicada à comunidade portuguesa. Fez parte da direcção da Associação Desportiva Luso-Venezuelana, foi presidente e membro da direcção do Centro Português de Caracas, foi tesoureiro da Casa de Fútbol Clube do Porto de Caracas e foi sócio do Centro Marítimo de Venezuela, entre outras actividades e cargos que assumiu na diáspora. Viúvo desde 2012, Andradre deixou a Venezuela em 2017, aos 67 anos, e radicou-se na sua casa em Santa María da Feira, Portugal. Foi uma questão de sobrevivência. Após o diagnóstico de cancro eram muitas as dificuldades para receber o tratamento médico de que precisava no país sul-americano, onde trabalhou por mais de 50 anos. Quando Cándido de Andrade deixou Portugal em 17 de agosto de 1967, o seu pai já estava na Venezuela desde 1953. Começou a trabalhar na companhia aérea brasileira Varig na área administrativa, quando seu pai juntou-se a um grupo de portugueses de Aveiro para formar uma empresa. O grupo "Piscinas Latino Americanas" chegou a agrupar três empresas e empregar 80 trabalhadores. "Foi um exemplo de sucesso, solidariedade e integridade", disse Alvarinho Moreira, Presidente da Casa do FCPorto Caracas. "Um nobre e notável feirense cuja memória perdurará entre todos nós que tivemos a sorte de o conhecer", acrescentou.