António Costa anuncia a restrição da circulação de pessoas para "efeitos de lazer" durante um mês

O primeiro ministro acabou de anunciar a restrição de circulação de pessoas para "efeitos de lazer", surante pelo menos um mês, numa ação que diz estar a ser concertada com o Governo espanhol, com quem está a "agir em conjunto na questão da gestão das fronteiras". Quanto à possibilidade de aumentar as restrições que têm sido anunciadas para combater a pandemia do Covid-19, António Costa adiantou que será "necessário prosseguir à avaliação da situação, tendo em conta que estamos a falar de uma pandemia, cujo periodo de evolução não se limita às próximas duas semanas, mas pode estender-se para os próximos meses", alertou Mais ressalvou que o estado de emergência pode ser decretado, se for considerado necessário. Quando questionado sobre se o Governo português estará a adiar medidas mais restritivas, como a quarentena, o primeiro-ministro respondeu que "não se trata de adiar", já que, "se for necessário e se houvesse sinais de falta de civismo das pessoas, nós teríamos que adotar medidas como essas", o que acredita que, para já não estará a acontecer.

António Costa anuncia a restrição da circulação de pessoas para "efeitos de lazer" durante um mês
O primeiro ministro acabou de anunciar a restrição de circulação de pessoas para "efeitos de lazer", surante pelo menos um mês, numa ação que diz estar a ser concertada com o Governo espanhol, com quem está a "agir em conjunto na questão da gestão das fronteiras". Quanto à possibilidade de aumentar as restrições que têm sido anunciadas para combater a pandemia do Covid-19, António Costa adiantou que será "necessário prosseguir à avaliação da situação, tendo em conta que estamos a falar de uma pandemia, cujo periodo de evolução não se limita às próximas duas semanas, mas pode estender-se para os próximos meses", alertou Mais ressalvou que o estado de emergência pode ser decretado, se for considerado necessário. Quando questionado sobre se o Governo português estará a adiar medidas mais restritivas, como a quarentena, o primeiro-ministro respondeu que "não se trata de adiar", já que, "se for necessário e se houvesse sinais de falta de civismo das pessoas, nós teríamos que adotar medidas como essas", o que acredita que, para já não estará a acontecer.