Albuquerque no Porto Moniz pede maioria absoluta

O candidato do PSD às eleições legislativas da Madeira, Miguel Albuquerque, pediu hoje maioria absoluta para continuar a governar com estabilidade, assegurar a empregabilidade e manter a redução dos impostos. “O que está em causa é termos uma...

Albuquerque no Porto Moniz pede maioria absoluta
O candidato do PSD às eleições legislativas da Madeira, Miguel Albuquerque, pediu hoje maioria absoluta para continuar a governar com estabilidade, assegurar a empregabilidade e manter a redução dos impostos. “O que está em causa é termos uma maioria na Madeira para continuarmos a governar com estabilidade social, com estabilidade política, sem ruturas, para mantermos o crescimento contínuo da nossa economia, para assegurarmos a empregabilidade das novas gerações, para garantirmos uma contínua redução dos impostos como estamos a fazer, para garantirmos que as famílias e os nossos filhos tenham um futuro na Madeira”, disse o candidato. Miguel Albuquerque falava em Porto Moniz, no norte da Madeira, naquela que foi a sua primeira ação de campanha para as eleições de 22 de setembro. O atual presidente do Governo Regional da Madeira foi recebido por mais de uma centena de pessoas, que empunhavam bandeiras do PSD e gritavam palavras de ordem como “Nós só queremos Miguel a presidente” e “Madeira livre, olé”. Aos militantes e simpatizantes, o candidato social-democrata frisou que “não há desenvolvimento sem estabilidade política” e sublinhou que “é importantíssimo” darem ao PSD “a maioria para poderem governar”. “Se não tivermos essa maioria, vamos entrar num círculo de disfuncionalidade, de radicalismos, de instabilidade social, de falta de concertação e objetivos”, afirmou. Miguel Albuquerque defendeu ainda que entregar o poder aos socialistas iria levar “à recessão económica e à paralisia total da economia”, o que “só traz miséria, desemprego e estagnação da riqueza” da Madeira. O social-democrata reiterou ainda as críticas ao primeiro-ministro, António Costa, ao cabeça de lista socialista, Paulo Cafôfo, e ao PS/Madeira, por ser “capataz de Lisboa” e ter uma atitude de “servilismo” perante a capital.