Albuquerque diz que quem desembarcar na Região tem de cumprir quarentena "obrigatória"

O presidente do Governo Regional advertiu hoje que os “residentes e não residentes” que desembarquem na Região Autónoma da Madeira “ficam submetidos à obrigatoriedade de quarentena, devidamente fiscalizada pelas forças da ordem e sujeitos ao crime de desobediência, caso não seja cumprida”. Na primeira conferência de imprensa via Skype, durante a qual surgiram problemas de integração de todos os órgãos de comunicação social na referida videoconferência, Miguel Albuquerque pronunciou-se sobre a declaração de estado de emergência decretada ontem pelo Presidente da República. “São medidas que estão devidamente detalhadas e que fazem parte de um conjunto de atitudes que são fundamentais para prevenir a proliferação do vírus na Madeira”, enfatizou Miguel Albuquerque. Enquadrando a gravidade do momento que vivemos, o chefe do governo lembrou que “a saúde de cada ser humano é a prioridade das prioridades nesta hora difícil que todos nós vivemos”. “Salvar vidas não é um objetivo secundário, mas um valor cimeiro, neste momento, na nossa hierarquia de valores”, sublinhou. Depois surgiu o apelo aos comportamentos individuais. “Cada um de nós, pelas suas ações e pelas suas omissões, tem uma responsabilidade máxima neste objetivo de combater este inimigo implacável que nós não conseguimos ver, mas que pode ter efeitos devastadores na nossa sociedade e no nosso bem-estar”, disse. Miguel Albuquerque agradeceu ainda a “todos os madeirenses e porto-santenses a compreensão que têm demonstrado para estas medidas difíceis”, reconhecendo “o seu comportamento exemplar, a sua coragem e a sua determinação” e “reiterando que o Governo Regional “está solidário” com todos neste combate “decisivo” onde o “Governo Regional não pode vacilar”.

Albuquerque diz que quem desembarcar na Região tem de cumprir quarentena "obrigatória"
O presidente do Governo Regional advertiu hoje que os “residentes e não residentes” que desembarquem na Região Autónoma da Madeira “ficam submetidos à obrigatoriedade de quarentena, devidamente fiscalizada pelas forças da ordem e sujeitos ao crime de desobediência, caso não seja cumprida”. Na primeira conferência de imprensa via Skype, durante a qual surgiram problemas de integração de todos os órgãos de comunicação social na referida videoconferência, Miguel Albuquerque pronunciou-se sobre a declaração de estado de emergência decretada ontem pelo Presidente da República. “São medidas que estão devidamente detalhadas e que fazem parte de um conjunto de atitudes que são fundamentais para prevenir a proliferação do vírus na Madeira”, enfatizou Miguel Albuquerque. Enquadrando a gravidade do momento que vivemos, o chefe do governo lembrou que “a saúde de cada ser humano é a prioridade das prioridades nesta hora difícil que todos nós vivemos”. “Salvar vidas não é um objetivo secundário, mas um valor cimeiro, neste momento, na nossa hierarquia de valores”, sublinhou. Depois surgiu o apelo aos comportamentos individuais. “Cada um de nós, pelas suas ações e pelas suas omissões, tem uma responsabilidade máxima neste objetivo de combater este inimigo implacável que nós não conseguimos ver, mas que pode ter efeitos devastadores na nossa sociedade e no nosso bem-estar”, disse. Miguel Albuquerque agradeceu ainda a “todos os madeirenses e porto-santenses a compreensão que têm demonstrado para estas medidas difíceis”, reconhecendo “o seu comportamento exemplar, a sua coragem e a sua determinação” e “reiterando que o Governo Regional “está solidário” com todos neste combate “decisivo” onde o “Governo Regional não pode vacilar”.