88.500 novas árvores na zona da Alegria em São Roque

A secretária regional de Ambiente, Recursos Naturais e Alterações Climáticas, esteve no Montado da Esperança, freguesia de São Roque, para acompanhar o início de plantação de 88.500 plantas, entre espécies folhosas e indígenas. Trata-se de uma reflorestação que acontece depois de um grande trabalho de limpeza que demorou um ano e abrangeu uma área de 45 horas. Segundo explicou Susana Prada, o trabalho em curso “resulta de um investimento de 538 mil euros apoiado pelo PRODERAM e segue as orientações definidas pelo PROFRAM - Plano Regional de Ordenamento Florestal da Região. Com esta intervenção será possível aumentar a capacidade de infiltração da água no solo, aumentando as reservas hídricas; diminuir a erosão do solo e o risco de aluvião e absorver o CO2 da atmosfera travando o aquecimento global”, disse a governante sublinhando que a médio prazo haverá uma valorização paisagística daquele local que anteriormente foi muito afetado pelos incêndios. Ficará também garantida a segurança da população pois permitirá um melhor acesso de viaturas de combate a incêndios. Entre 2019-2021 estão a ser limpos, entre terrenos públicos e privados (apoiados por fundos europeus) cerca de 800 há dos quais 570 estão a ser alvo de reflorestação.

A secretária regional de Ambiente, Recursos Naturais e Alterações Climáticas, esteve no Montado da Esperança, freguesia de São Roque, para acompanhar o início de plantação de 88.500 plantas, entre espécies folhosas e indígenas. Trata-se de uma reflorestação que acontece depois de um grande trabalho de limpeza que demorou um ano e abrangeu uma área de 45 horas. Segundo explicou Susana Prada, o trabalho em curso “resulta de um investimento de 538 mil euros apoiado pelo PRODERAM e segue as orientações definidas pelo PROFRAM - Plano Regional de Ordenamento Florestal da Região. Com esta intervenção será possível aumentar a capacidade de infiltração da água no solo, aumentando as reservas hídricas; diminuir a erosão do solo e o risco de aluvião e absorver o CO2 da atmosfera travando o aquecimento global”, disse a governante sublinhando que a médio prazo haverá uma valorização paisagística daquele local que anteriormente foi muito afetado pelos incêndios. Ficará também garantida a segurança da população pois permitirá um melhor acesso de viaturas de combate a incêndios. Entre 2019-2021 estão a ser limpos, entre terrenos públicos e privados (apoiados por fundos europeus) cerca de 800 há dos quais 570 estão a ser alvo de reflorestação.