34% dos portugueses admite dificuldades no pagamento de despesas fixas
34% dos portugueses admite dificuldades no pagamento de despesas fixas
A conclusão é de um inquérito Observador Cetelem, realizado pela empresa de estudos de mercado Nielsen , 34% dos portugueses estão com dificuldades no pagamento das despesas mensais fixas e 28% não têm capacidade para suportar despesas extras.
De acordo com o estudo citado pelo site 'Distribuição Hoje', a maioria dos inquiridos avaliou a atual situação do país como negativa, atribuindo 4,9 pontos em 10, enquanto 46% fizeram uma avaliação positiva, sendo os jovens dos 18 aos 24 anos os mais positivos, assim como os que trabalham por conta de outrem. Os mais pessimistas são os que se encontram em situação de desemprego e os empresários que trabalham a título individual.
Em relação à sua situação pessoal, os portugueses demonstram-se “algo otimistas”, avaliando com 5,6 pontos em 10, ainda que 44% dos inquiridos a avaliem a sua situação como negativa. É nas regiões Sul e Centro que a perspetiva pessoal é mais positiva. Já os inquiridos entre os 35 e os 44 anos, residentes nas regiões de Lisboa e Porto, desempregados ou em regime de lay off são os que pior avaliam a sua situação pessoal.
A conclusão é de um inquérito Observador Cetelem, realizado pela empresa de estudos de mercado Nielsen , 34% dos portugueses estão com dificuldades no pagamento das despesas mensais fixas e 28% não têm capacidade para suportar despesas extras.
De acordo com o estudo citado pelo site 'Distribuição Hoje', a maioria dos inquiridos avaliou a atual situação do país como negativa, atribuindo 4,9 pontos em 10, enquanto 46% fizeram uma avaliação positiva, sendo os jovens dos 18 aos 24 anos os mais positivos, assim como os que trabalham por conta de outrem. Os mais pessimistas são os que se encontram em situação de desemprego e os empresários que trabalham a título individual.
Em relação à sua situação pessoal, os portugueses demonstram-se “algo otimistas”, avaliando com 5,6 pontos em 10, ainda que 44% dos inquiridos a avaliem a sua situação como negativa. É nas regiões Sul e Centro que a perspetiva pessoal é mais positiva. Já os inquiridos entre os 35 e os 44 anos, residentes nas regiões de Lisboa e Porto, desempregados ou em regime de lay off são os que pior avaliam a sua situação pessoal.
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